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Página com Notícias do 4o Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais


Colaboradores avaliam SIGET

 

(03/09/2007) O 4º Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais, realizado entre 15 e 18 de agosto, ainda tem repercussão entre os estudiosos que participaram do evento.

 

O SIGET reuniu pesquisadores de 16 países em palestras, mesas redondas, apresentação de trabalhos e minicursos. Foram mais de 800 inscritos entre acadêmicos de graduação, mestrado e doutorado, além de profissionais da área.

 

“O SIGET permitiu a troca de conhecimentos e o avanço dos debates no campo dos estudos de gênero, mostrou que o Brasil não apenas consome e aplica teorias produzidas no exterior, mas também contribui para a construção e o avanço de um campo de debates teóricos e aplicados”, afirmou uma das organizadoras do evento, professora Débora de Carvalho Figueiredo. “Os comentários sobre o evento são os mais elogiosos possíveis, tanto durante o evento quanto depois dele, seja em relação ao nível acadêmico do congresso, seja em relação à sua organização impecável”, complementa.

 

Débora contou ainda que o evento saiu melhor que o esperado e estreitou os laços entre pesquisadores e instituições brasileiras e internacionais.

 

Além da comissão organizadora, trabalharam no simpósio como monitores, funcionários da universidade, alunos e egressos da graduação em Letras e do MCL. Foram mais de 70 bolsistas que participaram do SIGET e de sua realização.

 

Para a mestranda Eloíse Alano, trabalhar na monitoria do SIGET foi muito importante. “Aprendi muito, nunca tinha participado da organização ou de um evento desse porte”. Ela conta também que recebeu elogios de vários simposiastas, sobre a cidade e a própria organização do evento.

 

O congresso teve dois idiomas oficiais, o português e o inglês, que foram traduzidos e transmitidos aos participantes por fones de ouvido, assim puderam escolher o idioma do palestrante ou a tradução.

 

O coordenador do Mestrado em Ciências da Linguagem, professor Fábio Rauen, diz que o congresso trouxe bons resultados. “O SIGET provou que Tubarão pode fazer eventos desse porte, o que credencia a Unisul ao circuito de pesquisas internacional”.

 

O próximo SIGET será realizado em Caxias do Sul-RS, em 2009.

 

Manuela Prá


Minicursos encerram 4º SIGET 

 

(20/08/2007)  O encerramento do 4º Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais, SIGET,  ficou por conta de 12 minicursos ministrados no Bloco D (Pedagógico) da Unisul. Na manhã de sábado (18/08) pesquisadores do Brasil, Estados Unidos e Suécia ministraram aulas sobre temas específicos.

 

A ultima programação agendada no 4º SIGET foi realizada entre 8 e 11 horas da manhã de sábado. Entre os minicursos em inglês se destacaram: “Transnational companies and the Internet”, com Britt-Louise Gunnarsson, da Uppsala University, Suécia; e “Taking-up genres in context: using ethnographic strategies to study and teach genre uptake”, com Melanie Kill, da University of Washington, USA.

 

Em português, foram ministrados os minicursos: “Análise crítica de gêneros textuais: perspectivas metodológicas”, com Anna Elizabeth Balloco e Gisele de Carvalho, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Brasil; “Rádio escolar e competência discursiva”, com Marcos Baltar da Universidade de Caxias do Sul, Brasil; “Práticas de leitura de gêneros discursivos”, com Maria Aparecida Garcia Lopes-Rossi, da Universidade de Taubaté, Brasil; “Gêneros textuais na produção de material didático de inglês”, com Vera Cristóvão, da Universidade de Londrina, Brasil; “Gêneros digitais: descrição e implicações para o ensino”, com Júlio César Araújo, da Universidade Federal do Ceará, Brasil; “Gêneros, convenções e variações: foco no artigo acadêmico”, com Maria Ester Wollstein Moritz , da Universidade do Sul de Santa Catarina, Brasil; “Forma polêmica de inscrição no discurso de divulgação científica”, com Solange Leda Gallo e Marci Fileti Martins, da Universidade do Sul de Santa Catarina, Brasil; “Análise e produção de elaboração didática para leitura e para produção textual a partir dos gêneros do discurso”, com Rosângela Hammes Rodrigues, da Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil; “Entrevista de emprego: o que a Análise Crítica do Discurso pode revelar sobre as representações midiáticas dos/das participantes”, com Aleksandra Piasecka-Till, da Universidade Regional de Blumenau, Brasil; e “Passos para a elaboração e avaliação de material didático para o ensino de gêneros de textos”, com Eliane Lousada, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo/Aliança Francesa, Brasil e Luzia Bueno, da Universidade São Francisco, Brasil. 

 

O SIGET foi organizado pelo Mestrado em Ciências da Linguagem e reuniu mais de 800 professores, pesquisadores e estudiosos do tema.


Soltando a língua: intérpretes são os reis da comunicação

 

(20/08/2007) Para os participantes acompanharem os trabalhos do Simpósio Internacional de Gêneros Textuais, Tânia e Amilcar fazem tradução simultânea da língua nativa dos palestrantes.

 

TUBARÃO - Instalados numa espécie de cabine de som, nos fundos do auditório do Espaço Integrado de Artes, Amilcar D´Ávila de Mello e Tânia Regina Candemil chamam a atenção por acompanharem, quadro a quadro, os palestrantes que, sucessivamente, se apresentaram no 4º Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais, evento que mobilizou os acadêmicos da Unisul durante toda a semana. A atenção redobrada tem motivo: como muitos dos palestrantes são de outros países, Amilcar e Tânia tiveram que ser contratados para fazer a devida tradução das línguas inglesa e espanhola para o bom e velho português _ idioma oficial da maioria absoluta do público presente. A dupla desempenha a nobre (e um tanto exótica) função de “intérpretes de conferência”, nicho de mercado dos mais salutares, neste país de dimensões continentais, onde eventos de distintos portes, reunindo estrangeiros, são comuns do Oiapoque ao Chuí.

 

Tânia, moradora de Imbituba, observa que é comum provocar estranhamento em amigos e conhecidos quando anuncia sua profissão. “As pessoas não compreendem exatamente o que faço _ agora vão ficar sabendo, através do jornal!”, comemorou. A intérprete conta que sempre teve aptidão com idiomas, destacando-se com méritos na língua de Shakespeare, fato que a levou ao aperfeiçoamento contínuo. Há 18 anos, conheceu Amilcar, um de seus principais parceiros de tradução, em ocasiões das mais diversas. “Costumo dizer que tenho dois casamentos: um que eu escolhi, com meu marido, e outro que ocorreu por força da profissão, que é com o Amilcar. Quando começamos a trabalhar juntos havia acabado de noivar”, observa, divertida.

 

Amilcar, que nasceu na fronteira do Uruguai com o Rio Grande do Sul, teve o privilégio de se alfabetizar num instituto mantido pelo Conselho Britânico, onde aprendeu o inglês tal e qual sua língua-mãe. O tradutor conta que já desempenhou as funções mais díspares na vida: formou-se em História, trabalhou com pesquisas, atuou com aviação comercial, exportação, até que veio parar em Florianópolis, onde começou a dar aulas de inglês, traduzir e interpretar em conferências. Foi quando conheceu a parceira, Tânia.

 

Água - Na cabine utilizada para a tradução simultânea dos palestrantes estrangeiros, onde Amilcar e Tânia chegam a ficar até cinco horas seguidas, muita água e lanches leves. Afinal de contas, os intervalos são bastante curtos e a fala, contínua.

 

“Para que nosso trabalho seja possível, é necessário todo este aparato aqui. Além da cabine, equipamentos de ponta, com os fones e as ferramentas adequadas”, explica Amilton. Uma empresa especializada em conferências, de Florianópolis, foi especialmente contratada para o evento na universidade.

 

Viagens, conhecimento e bons salários

 

TUBARÃO - No Brasil, são poucas as escolas de formação de intérpretes de conferência. “Acredito que existam apenas duas, uma em São Paulo, outra no Rio Grande do Sul”, observa Amilcar, que também trabalha com o espanhol. Quanto às vantagens de se desempenhar profissão tão fascinante, a lista é extensa. “Este trabalho nos mantém extremamente bem informados. Acabamos assimilando o que há de mais atual, justamente devido ao tema das conferências”, diz a dupla.

 

Um dos temas que mais fascinou a intérprete Tânia _ que na infância já sonhava em dublar artistas famosos em filmes de Hollywood _ foi um treinamento com cães farejadores, realizado em Florianópolis, por uma equipe americana. “Também foi muito interessante um seminário que contou com a participação de equipes do FBI, também em Florianópolis, onde foram abordados temas como seqüestro, segurança mundial, tecnologias de ponta, microchips e afins”, acrescenta Amilcar.

 

Outra vantagem tentadora inerente à função de tradutor diz respeito às inúmeras viagens, que eventualmente devem ser feitas, a trabalho. “Já conhecemos lugares muito bacanas, Brasil afora”, dizem. Além do mais, tradutores intérpretes ganham muito bem _ ponto importantíssimo para a escolha de uma profissão.

 

“Algumas características facilitam aos que decidirem por optar por esta carreira. O intérprete deve contar com uma excelente memória, e é importante que sempre esteja bem informado, por conta própria”, concluiu Tânia, enquanto se preparava para mais uma sessão de tradução simultânea, na Unisul.

 

Matéria escrita por Marina Albuquerque para o Diário do Sul

Diário do Sul  www.diariodosul.com.br - publicado em 18/08/2007

 


Pesquisador de Universidade chinesa ministra última palestra do SIGET

 

(18/08/2007) O professor Vijay Bhatia, da City University of Hong Kong, China ministrou a plenária “Interdiscursividade na análise crítica de gênero”. A palestra foi realizada no Espaço Integrado de Artes, às 18 horas e foi a última desta edição do SIGET.

 

Segundo Bhatia, na literatura de gêneros, os gêneros profissionais são entendidos e analisados em função das práticas dessas profissões. Apesar disso, os analistas estudam os textos de maneira isolada, desvalorizando o papel e a função da interdiscursividade.

 

“Minha fala explorou vários contextos profissionais, e propôs uma análise mais profunda da interdiscursividade como forma de propiciar uma compreensão mais abrangente e crítica das práticas discursivas e profissionais”, disse Bhatia.

 

A palestra foi seguida da mesa-redonda “Gênero textual e atividades profissionais: contribuições e perspectivas”, dos professores Carolyn Miller, da North Carolina State University (USA), Orlando Vian Jr., da Universidade Federal de São Paulo e Shurli Makmillen, University of British Columbia (Canadá), que apresentou a comunicação de Anthony Pare, McGill University, Canadá.

 

O evento encerra sábado, dia 18, ao meio-dia, com a realização de 15 mini-cursos.

 

Manuela Prá

 


Emoção marca o lançamento de obras no SIGET

 

(18/08/007) A feira de livros, realizada durante o 4º Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais, programou um lançamento coletivo de algumas das obras expostas. Durante os lançamentos os autores que estavam no congresso falaram sobre seus livros. O evento foi realizado no Bloco D, às 16 horas do dia 17.

 

“O lançamento dos livros foi muito emocionante. De um lado, nosso programa estava lançando o livro do professor Ingo, ainda marcado pelo seu falecimento recente. De outro a lembrança do professor Marcuschi, que representa o evento, e está convalescendo de um acidente vascular. Ausências sentidas, mas lembradas”, disse o Coordenador do Mestrado em Ciências da Linguagem, professor Fábio Rauen.

 

A professora Márcia, viúva do professor Ingo, visivelmente emocionada participou do lançamento e recebeu os cumprimentos pela obra do marido, O Contexto Refletido: vozes sobrepostas de um diálogo. “Ingo já estava finalizando mais um livro. Vamos fazer o possível para editá-lo brevemente”, contou Márcia. 

 

Désirée Motta-Roth, professora da Universidade Federal de Santa Maria, também lembrou do professor Luiz Antônio Marcuschi ao dizer que "ele é a cara do Siget". Além de Désirée, também prestaram homenagem a  Marcuschi, Prof. Adail Sobral (conhecido lingüista e tradutor) e o Prof. Adair Bonini, coordenador do evento. No evento foram lançadas as obras Fenômenos da Linguagem: reflexões semânticas e discursivas e Cognição, Linguagem e Práticas Interacionais, de Marcuschi.

 

Conheça os livros lançados no evento aqui.

 

Na foto Charles Bazerman, da University of California, EUA, que lançou as obras "Escrita, Gênero e Interação Social", "Gênero, Agência e Escrita" e "Handbook of Research on Writing-History, Society, School, Individual, Text".

 

Manuela Prá

 

Lançamentos de livros

 

Dezenas de livros de autores nacionais e estrangeiros foram lançados nessa sexta-feira (17/8), em evento realizado no hall do bloco pedagógico da Unisul, campus Tubarão. Os lançamentos fizeram parte do quarto Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais (Siget).

 

“O Contexto Refletido: vozes sobrepostas de um diálogo”, do escritor Ingo Voese, professor do mestrado de Ciências da Linguagem da Unisul, falecido no dia 31 de julho, foi uma das obras lançadas na ocasião. A viúva do autor Márcia Garibaldi Voese esteve presente ao evento.

 

“As obras dele, assim como a vida, sempre foram pautadas pela busca da liberdade. Para que as pessoas possam expressar suas opiniões, as diferenças conviverem e dialogarem”, comenta.

 

Outros livros lançados foram “Handbook of Research on Writing, History, Society, School, Individual, Text”, do norte-americano Charles Bazerman, “Words of Written Discourse: A Genre-Based View”, do chinês Vijay Bhatia, além de diversas obras nacionais.

 

SIC - Unisul

 


Doutores acreditam que comentário de Lula foi infeliz

 

O pronunciamento que o presidente Lula fez nesta quinta-feira (16/8) ao inaugurar a extensão de um Centro Federal de Educação Tecnológica, em Congonhas, Minas Gerais, repercutiu no meio acadêmico. Ele afirmou que é um “contra-senso” pessoas criticarem o programa Bolsa-Família, mas não as bolsas para formar um doutor no exterior.

 

Professores doutores que participaram do quarto Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais (Siget) na Unisul de Tubarão acreditam que o comentário incluído no discurso foi infeliz porque não tem como comparar os dois tipos de auxílio.

 

José Luiz Meurer, doutor em Lingüística pela Universidade de Georgetown, em Washington, Estados Unidos, acredita que ambas são válidas, entretanto a função da bolsa para um professor é parte de um avanço. Segundo ele, “é uma situação de investimento em educação e pesquisa para o país”. Já a Bolsa-Família é um atraso porque tenta cobrir uma deficiência.

 

“Este auxílio é uma dívida de organização do Brasil. Enquanto a primeira bolsa ajuda a ir além, a outra para um aquém”, disse o professor.

 

Meurer sugere que o governo deveria contar com a ajuda destes doutores para encontrar uma solução para o término do problema.

 

Para o professor Wilson Shuelter, doutor em Administração da Educação pela Universidade de Concordia, nos Estados Unidos, o Brasil precisa de desenvolvimento e de tecnologia, então a ajuda financeira para professores é importante para atingir esta meta. Ele também se mostra preocupado com as crianças de rua.

 

“Não podemos deixar as crianças mendigando, mas dar uma bolsa não é suficiente, precisa-se mais do que isso e pode-se começar diminuindo o nível corrupção do país”, alfineta Shuelter que é professor da Unisul.

 

Já a pós-doutora Desirée Motta-Roch questiona os critérios para o recebimento dos auxílios do Bolsa-Família.

 

“Para ganharmos ajuda para estudar devemos enfrentar uma grande burocracia, além de concorrermos com muitos professores. O Bolsa-Família é assim? Será que há verificação do nível de pobreza de quem recebe?”.

 

A ex-estagiária de pós-doutorado no Instituto Inglês de Linguagem da Universidade de Michigan, Estados Unidos, diz que não se pode estabelecer comparação entre os auxílios, embora qualquer assistência seja importante, desde que se saiba para que é destinada.

 

SIC- Unisul

 


Tubarão muda de idioma com o 4º Siget

 

(17/08/2007) Ao receber pesquisadores de 16 países e de boa parte do Brasil, a cidade de Tubarão discute linguagem, gêneros e se transforma.

 

No 4º Siget (Simpósio Internacional de Estudo de Gêneros Textuais) realizado na Unisul, em Tubarão, pesquisadores de 16 países transitam pelas palestras, debates,  mesas-redondas e minicursos que compõem o evento, ao lado de estudiosos de todo o Brasil.

 

Rita Pallaskallo, Suvi Honkanen e Henna Makkonen vieram da Finlândia, e como isso sugere, são loiras, altas e de olhos azuis. Elas lecionam na Universidade de Helsink e é a primeira vez que vêm ao Brasil.

 

“Estamos tendo um pouco de dificuldade para nos comunicar, já que não falamos português. Mas as pessoas têm nos ajudado no que precisamos”, comenta Honkanen.

 

Já o alemão Hans Peter Weiser não tem encontrado dificuldades com o idioma. Em um português claro, apesar do sotaque, ele conta que há 20 anos trocou a neve germânica pelas praias de Fortaleza.

 

“Conheci a minha mulher lá. Voltei para a Alemanha, mas não era tão fácil como hoje manter contato. O romantismo das cartas e do telefone vocês não pegaram”, brinca o professor da Universidade Estadual do Ceará, que diz que quando a conta telefônica ficou muito cara achou mais econômico a mudança definitiva para o Brasil.

 

O Siget é organizado pelo mestrado em Ciências da Linguagem da Unisul e se encerra sábado (18/08).

 

Além do Brasil, estão representados no simpósio pesquisadores da Argentina, Austrália, Canadá, Chile, China, Estados Unidos, Finlândia, Inglaterra, Israel, Japão, Malásia, Portugal, Suíça, Suécia e Uruguai. Entre os inscritos há mais de 800 pessoas.

 

SIC - Unisul

 


Nem tudo pode ser considerado gênero, afirma John Swales

 

(17/08/2007) Um dos mais respeitados estudiosos de gêneros textuais, John Swales da Universidade de Michigan – Estados Unidos, foi destaque no SIGET e faz reflexão sobre o tema.

 

As transformações da sociedade incluem, além de toda a tecnologia desenvolvida e de melhoras significativas na qualidade de vida, mudanças na maneira que os textos são elaborados e para quem serão elaborados. Para Swales, deve haver limitações ao definir os gêneros textuais. Ele defende que nem tudo pode ser considerado gênero, o que, classifica como pré-gênero. “Para considerar algum gênero, os textos devem ser bem elaborados”, comenta o professor, que sugere três tipos: os do cotidiano, os utilizados em cursos de graduação e aqueles que são empregados em teses e dissertações de mestrado e doutorado.

 

A linguagem virtual, utilizada em programas de mensagens instantâneas e sites de relacionamentos, é considerada por alguns estudiosos como gênero textual. O norte-americano ainda não pode classificar uma maneira de expressão por não possuir intimidade com o universo eletrônico. “Novos pesquisadores devem estudar estas ferramentas e o que elas representam”, sugere.

 

Swales compara os gêneros com a música popular brasileira. Segundo ele, textos estão inseridos na sociedade e cada um possui uma maneira de utilizar e a música tem características específicas de cada região. “As culturas das regiões do Brasil transformam a música em algo característico de cada lugar e o povo expressa a sua maneira, porém esta música terá sempre a mesma função”, diz. Para o professor é possível identificar as diferenças, mas perceber que tudo desempenha o mesmo significado.

 

O professor falou para o público que participou do 4º Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais (Siget), na quarta-feira (15/08). Apresentou a palestra “Mundos dos gêneros – metáforas do gênero”. O evento continua até sábado, dia 18 de agosto, na Unisul de Tubarão.

 

SIC - Unisul

 


Siget discute teorias de Bakhtin

 

(17/08/2007) Mesa-redonda sobre teoria Bakhtiniana abre atividades do terceiro dia do Siget.

 

“Diretas Já!” A frase curta marcou as reivindicações pelas eleições presidenciais diretas em 1984. As duas palavras são carregadas de significados e por trás delas estão pessoas que não tinham direito ao voto e pediam democracia. A teoria Bakhtiniana do pesquisador lingüístico russo Bakhtin estuda exatamente isso, o que foi dito e não dito nas frases, toda a carga do passado e as várias vozes que podem ser percebidas nas interpretações, a chamada polifonia. No 4º Simpósio internacional de Estudos de Gêneros Textuais o pesquisador foi abordado na sexta-feira (17ago), na mesa-redonda com o tema “Desafios da análise Bakhtiniana de gêneros discursivos”.

 

O congresso que já esta no seu terceiro dia é realizado no Espaço Integrado de Artes da Unisul, em Tubarão.

 

Discursaram Paul Prior da Universidade de Illinois na cidade de Urbana-Champaign nos Estados Unidos, Rosângela Hammes Rodrigues da UFSC e Roxane Rojo da Universidade Estadual de Campinas.

 

Prior apresentou o tema “De Voloshinov e Bakhtin aos sistemas de gêneros Multimodais mediados”. “Voloshinov e Bakhtin observam o gênero como um fenômeno histórico e que servem não apenas para a compreensão dialógica, mas também para compreensão da formação de indivíduos e sociedade”, afirma Prior.

 

Já Rosângela discursou “A teoria de gêneros do discurso de Bakhtin no horizonte dos estudos da lingüística” e Roxane falou sobre “Gêneros do discurso no Círculo de Bakhtin – ferramentas conceituais e metodológicas para análise de enunciados em dispositivos e práticas didáticas”.

 

“Essa teoria não tem despertado interesse apenas em pesquisadores, mas também de sistemas educacionais e de professores de línguas devido à colocação dos gêneros como um objeto de ensino de língua, que contribui para o aumento da capacidade de leitura, escrita e oralidade”, conta Roxane.

 

O Siget, que reúne teóricos da linguagem de 16 países, é realizado pelo mestrado em Ciência da Linguagem da Unisul e vai até sábado (18/8).

 

SIC - Unisul

 


Professora faz reflexão sobre ensino e estudo de linguagem

 

(16/08/2007) A professora Désirée Motta-Roth, da Universidade Federal de Santa Maria ministrou plenária sobre as contribuições dos estudos de Gênero textual para o ensino. O evento ocorreu às 18 horas do último dia 16, no Espaço Integrado de Artes.

 

O trabalho intitulado “Contribuições da Análise Crítica de Gêneros Discursivos para o Estudo e Ensino da Linguagem” foi destaque no segundo dia do SIGET.

A pesquisadora tem se destacado na pesquisas que aplicam os estudos da linguagem no ensino.

 

Désirée foi presidente do terceiro SIGET, realizado na UFSM em 2005. Para ela o conceito de gênero textual é essencial para educação. “Esse conceito surge como ferramenta de teorização e de explanação sobre como a linguagem funciona para criar e recontextualizar interações sociais”.

 

Em sua apresnetação, Désirée fez um balanço dos conceitos de gênero na literatura recente, análises e interpretações da linguagem como gênero crítico e identificou contribuições do gênero discursivo para o ensino linguagem.

 

Após a plenária a noite do dia 16 foi encerrada com a mesa-redonda “Gênero textual e discurso: interdependências”, com os professores Jim Martin, da University of Sydney, Australia, J. L. Meurer, da Universidade Federal de Santa Catarina e Thomas Huckin, da University of Utah, USA

 

Em entrevista para o site contato.net no dia 18/08, Désirée disse que o trabalho de escrever não é valorizado.

 

Tubarão - Um bom texto nem sempre é valorizado. A opinião é da professora Desireé Motta-Roth, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), que participou do 4º Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais (Siget).

Para ela, nem sempre escrever um texto é fácil, seja redação, artigo, reportagem ou dissertação. Exige conhecimento, habilidade e prática. No entanto, muitas pessoas ainda pensam que escrever bem não é um trabalho que mereça destaque.

“Quem trabalha com a linguagem não é como o ar que está disponível para todos de graça. É como qualquer outro e deve ser valorizado”, afirma a doutora em Letras.

Segundo Desireé, a linguagem é tão importante que está presente em todas as áreas. Ela diz que, ao formar professores, costuma fazê-los entender que tudo o que deve ser transmitido aos alunos deve possuir um contexto com o real.

O Siget é organizado pelo mestrado em Ciências da Linguagem da Unisul de Tubarão.

 

Manuela Prá

 


O rap como um gênero do discurso em debate no sul

 

(16/08/2007) Mesa-redonda sobre gênero e cognição abre as atividades do segundo dia do Siget, na Unisul de Tubarão.

 

“Conhecimento e corpo não são separados, são construídos na prática e não há distinção entre pensar e saber”. A afirmação foi feita por Anna Christina Bentes, da Universidade Estadual de Campinas, que participa do 4º Simpósio Internacional de Estudos dos Gêneros Textuais (Siget), na Unisul, em Tubarão. Anna fez parte da mesa-redonda “Gênero textual e cognição: pontos para realimentar o debate”, em que falou a respeito de “Gênero e cognição: sobre o estatuto do conceito de gênero discursivo no interior de uma teoria prática”.

 

Para exemplificar sua pesquisa foi utilizado um rap da banda Racionais MC's, considerando o rap um gênero do discurso. "A música vai contar uma história, fazendo representação sobre o que ele sabe, sobre a sua realidade e que muitas vezes não é próxima da nossa. O som pode ter efeito imaginativo e eles utilizam recursos além da fala. São recursos verbais e não-verbais para mostrar uma situação", explica Anna.

 

Participou da mesma mesa Carol Berkenkotter, da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, com o tema “Gêneros multimodais e mudança cognitiva”. E direto da Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara, também nos Estados Unidos, Charles Bazerman com o tema “Gênero e desenvolvimento cognitivo”.

 

Sobre o Simpósio, Anna elogia a troca de idéias. "Este evento cresceu muito neste momento. O que é mais interessante é que ele é temático e estabelece uma rede de relações com pesquisadores de várias partes do mundo. Este intercâmbio de conhecimento é muito difícil de acontecer e isso é uma iniciativa do sul", acrescenta.

 

O Siget, que reúne teóricos da linguagem de 16 países, é realizado pelo mestrado em Ciência da Linguagem da Unisul e vai até sábado (18/8). São 21 palestrantes e 15 minicursos.

 

SIC - Unisul

 


Pôsteres abrem segundo dia do SIGET

 

(16/08/2007) As atividades do segundo dia do SIGET, Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais, iniciaram com a exibição de pôsteres no Hall de entrada do Espaço Integrado de Artes da Unisul. A mostra foi realizada das 9 às 10 da manhã e foram apresentados cerca de 40 trabalhos.

 

A modalidade pôster consiste num espaço para discussões a respeito do conteúdo exposto em painéis auto-explicativos. Essa categoria de apresentação destina-se a graduandos, graduados e mestrandos.

 

“A principal diferença entre uma apresentação de pôster e uma comunicação individual ou coordenada, é que o pôster usa de uma linguagem mais visual, simples e concisa. É preciso resumir o tema e elaborar elementos visuais que transmitam bem a mensagem”, explica o professor Richarles de Carvalho.

 

Na época de sua inscrição no simpósio, Richarles ainda era acadêmico do Programa de Pós-graduação, por esse motivo apresentará trabalho nessa modalidade.

 

A mostra continua amanhã entre 9 e 10 da manhã no EIA, com outros 42 pôsteres.

 

Manuela Prá

 


Simpósio movimenta Unisul

 

(16/08/2007) Feira de livros possibilita aos participantes do 4º Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais, SIGET, a oportunidade de adquirir livros sobre o tema.

 

A feira funcionará no Bloco D, das 9 da manhã às 10 da noite até o fim do evento, na manhã de sábado. Estão expostas várias obras de diversos autores que farão um lançamento coletivo no local, sexta-feira, às 16 horas.

 

Acir Mário Karwoski, responsável pela feira, diz que esta é uma ótima oportunidade para os autores e estudiosos do tema. “Por ser um evento que reúne pesquisadores de nível nacional e internacional é muito interessante divulgar os livros, que são sobre os temas abordados no simpósio. Acredito que isso engrandece o evento e fornece mais material para os estudiosos”.

 

Além da feira de livros os visitantes podem adquirir, no mesmo local, peças de artesanato. Os membros da Associação Tubaronense de Artesanatos comercializam peças de roupa, brinquedos em madeira, pinturas em tela e bijuterias. “Nós adoramos fazer artesanato e conhecer pessoas. É muito legal fazer esse contato, conhecer gente de diversos lugares e oferecer nossas obras como lembrança do evento e até da cidade”, conta Carlos Fromming, presidente da Associação.

 

A feira de artesanato funcionará das 11 às 18 horas até sexta-feira.

 

Manuela Prá

 


Balanço entre gêneros e ensino abre Siget

 

Abertura oficial do Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais foi realizada nesta quarta-feira (15/8) na Unisul, em Tubarão, com uma mesa-redonda sobre o tema.

 

A preocupação de pesquisadores com o ensino e a importância para as novas gerações foram ressaltadas pelo reitor da Unisul, Gerson Luiz Joner da Silveira, durante a abertura do quarto Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais (Siget), realizada nesta quarta-feira (15/8), em Tubarão.

 

“O processo de transformação da linguagem requer cuidados e preocupação dos pesquisadores, sob pena de termos nossos jovens desinteressados por formas mais ricas de linguagem, e com dificuldade de expressão do pensamento complexo, na ansiedade de viver somente o presente”, disse Silveira.

 

As observações do reitor continuaram em discussão durante a primeira atividade do Siget que foi uma mesa redonda com o tema “Gênero textual-discursivo e ensino: um balanço crítico”. A mesa foi formada por Amy Devitt da Universidade do Kansas nos Estados Unidos, Maria Marta Furlanetto da Unisul e Mary R. Lea da Universidade Aberta do Reino Unido.

 

O Siget que reúne teóricos da linguagem de 16 países é realizado pelo mestrado em Ciência da Linguagem da Unisul e vai até sábado (18/8). São 21 palestrantes e 15 minicursos.

 

Além do Brasil, estão representados no simpósio pesquisadores da Argentina, Austrália, Canadá, Chile, China, Estados Unidos, Finlândia, Inglaterra, Israel, Japão, Malásia, Portugal, Suíça, Suécia e Uruguai. Entre os inscritos há mais de 100 professores da rede estadual e municipal de ensino.

 

O Siget possibilitará parcerias entre pesquisadores brasileiros e estrangeiros e ajuda na renovação do ensino de linguagem no Brasil e no mundo.

 

Nesta edição, o Siget enfatiza temas como análise de gênero textual; gêneros textuais, ensino e aprendizagem da linguagem; a utilização desses gêneros na formação de professores; nas práticas sociais diversas; e metodologia de análise de gêneros textuais.

 

Durante os quatros dias serão realizadas três modalidades de apresentação. As comunicações coordenadas, em que acontecem as explanações orais e discussão de trabalhos de pesquisadores em torno de um tema comum; a comunicação individual, com apresentação oral em torno de uma pesquisa desenvolvida ou em desenvolvimento; e a exposição de pôsteres, com a discussão a respeito do conteúdo exposto em painel.

 

Durante todo o evento, os participantes contam com tradução simultânea, o que possibilita a participação internacional.

 

SIC - Unisul

 


Tubarão na rota de pesquisadores internacionais

 

(15/08/2007) Tubarão amanheceu diferente nesta quarta-feira (15/8). Sotaques de todos os cantos do Brasil e diversas línguas, entre elas, o inglês e japonês. Os visitantes pesquisadores vieram em busca de novos conhecimentos e atualizações no 4º Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais, na Unisul. O encontro realizado pelo mestrado em Ciência da Linguagem tem mais de 800 participantes inscritos e as atividades vão até o próximo sábado (18/8).

 

Pela primeira vez em Santa Catarina, a mestranda da Universidade Federal do Pernambuco (UFPE), Jailze de Oliveira Santos, veio de Recife participar do encontro.

 

“Estou estudando muitos teóricos e um grande número deles estarão aqui, não tinha como perder esta oportunidade. Quem vem a este evento, valoriza. É um intercâmbio positivo e um congresso que eu esperava há muito tempo”, conta depois de elogiar a beleza das cidades catarinenses rodeadas pelo mar.

 

Acadêmica do mestrado em Lingüística lá na Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e direto de Triângulo Mineiro, Maria Helena Gomes Naves também veio a Tubarão em busca de novidades.

 

“Sou professora e aqui posso ter novos conhecimentos e descobrir formas diferentes e melhores para trabalhar com meus alunos, já que o congresso é voltado a gêneros textuais e discursivos. O mestrado nos exige a participação e fazemos com maior prazer. O Siget é muito comentado”, explica Maria Helena.

 

O trajeto percorrido foi bem menor, mas a busca é a mesma. Acadêmica do curso de Direito da Unisul em Araranguá, Janaina Ramos Souza veio de Sombrio.

 

“Eu quero agregar conhecimento, ser mais objetiva na forma de escrever e interpretar e resultar em um maior entendimento num curto espaço de tempo”, afirma Janaina.

 

SIC - Unisul

 


Simpósio internacional reúne 16 países em SC

 

(15/08/2007) Começou nesta quarta-feira, 15 de agosto, em Tubarão, o 4º Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais (Siget), organizado pelo mestrado em Ciências da Linguagem da Unisul. O evento vai até sábado, dia 18, com a participação de teóricos da linguagem de 16 países.

O evento ocorre no Espaço Integrado de Artes e no salão nobre da Unisul em Tubarão e tem mais de 800 participantes inscritos. Entre os inscritos há mais de 100 professores da rede estadual de ensino.
 

Além do Brasil, estão representados no simpósio pesquisadores da Argentina, Austrália, Canadá, Chile, China, Estados Unidos, Finlândia, Inglaterra, Israel, Japão, Malásia, Portugal, Suíça, Suécia e Uruguai. São 21 palestrantes e 17 minicursos.
 

A coordenação do Siget lembra que o evento tem a participação de pesquisadores centrais na história dos estudos de gêneros textuais no Brasil e no mundo. Haverá tradução simultânea, o que possibilita a participação internacional, sem descaracterizar o evento como uma instância de formação de novos pesquisadores e com a participação de inúmeros profissionais da educação. Além disso, a publicação dos anais simultaneamente ao evento possibilita um aproveitamento imediato da produção científica divulgada no encontro.
 

O simpósio internacional também é importante para sedimentar a pesquisa na Unisul e prepara a universidade para ser sede de outros congressos e conferências do mesmo porte. O Siget também possibilitará parcerias entre pesquisadores brasileiros e estrangeiros e ajuda na renovação do ensino de linguagem no Brasil e no mundo.
 

Haverá três modalidades de apresentação. As comunicações coordenadas, em que acontecem as explanações orais e discussão de trabalhos de pesquisadores em torno de um tema comum; a comunicação individual, com apresentação oral em torno de uma pesquisa desenvolvida ou em desenvolvimento; e a exposição de pôsteres, com a discussão a respeito do conteúdo exposto em painel.
 

Para o coordenador do Siget, Adair Bonini, o evento pretende propiciar a troca de experiência entre pesquisadores brasileiros e estrangeiros de gêneros textuais, além de divulgar os trabalhos realizados por professores e estudantes da área da linguagem.
 

“O estudo dos gêneros é de enorme importância para o ensino em todos os níveis, para as atividades de formação profissional e para o entendimento sobre como a sociedade funciona, uma vez que a linguagem se materializa nas práticas dos indivíduos em todas as esferas sociais”, comenta.
 

Nesta edição, o Siget enfatiza temas como análise de gênero textual; gêneros textuais, ensino e aprendizagem da linguagem; a utilização desses gêneros na formação de professores; nas práticas sociais diversas; e metodologia de análise de gêneros textuais.
 

Nos dias 15, 16 e 17, às 18 horas, haverá palestras com conceituados estudiosos da área da linguagem. A primeira será ministrada pelo professor John Swales, da Universidade de Michigan (EUA). Ele abordará as transformações dos gêneros, suas funções e importância. Swales trabalha principalmente na área do discurso e é pesquisador dos gêneros textuais e métodos de análise de discurso.
 

A professora Desirée Motta Roth, da Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, doutora em Letras (Inglês e Literatura Correspondente), apresentará uma síntese da discussão sobre o conceito de gênero na literatura recente e vai falar das contribuições do conceito de gênero discursivo para as práticas pedagógicas de linguagem, no dia 16.
 

No dia 17, o professor Vijay Bhatia, da Universidade da Cidade de Hong Kong, na China, vai abordar os gêneros nos contextos profissionais. Bhatia analisará a interdiscursividade como forma de propiciar uma compreensão mais abrangente e crítica das práticas discursivas e profissionais.


O simpósio foi realizado anteriormente em 2003, 2004 e 2005, em Londrina, União da Vitória e Santa Maria.

 

SIC -Unisul

 


Simpósio congrega pesquisadores internacionais em Tubarão

 

(07/08/2007) 4o Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais (SIGET), organizado pelo mestrado em Ciências da Linguagem, será realizado neste mês de agosto e terá palestrantes reconhecidos mundialmente.

 

Grandes teóricos da linguagem, de prestígio mundial, farão parte do 4º Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais (SIGET), que será realizado neste mês de agosto na Unisul em Tubarão.

John Swales, que ministrará a primeira palestra no Simpósio, dia 15 de agosto, é professor de Lingüística da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. Trabalha principalmente na área do discurso e é pesquisador dos gêneros textuais e métodos de análise de discurso. Na Unisul, abordará as transformações dos gêneros, suas funções e importância.

 

A professora da Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, Desirée Motta Roth, é doutora em Letras (Inglês e Literatura Correspondente) e realizou estágio de pós-doutorado na Universidade de Michigan. Durante o Siget, Desirée apresentará uma síntese da discussão sobre o conceito de gênero na literatura recente. A professora, que falará no dia 16, também identificará as contribuições do conceito de gênero discursivo para as práticas pedagógicas de linguagem.

 

No dia 17, o professor Vijay Bhatia, da Universidade da Cidade de Hong Kong, China, explorará os gêneros nos contextos profissionais. Bhatia analisará a interdiscursividade como forma de propiciar uma compreensão mais abrangente e crítica das práticas discursivas e profissionais.

 

O Siget será realizado de 15 a 18 de agosto, e além dessas palestras terá mesas-redonda, apresentação de trabalhos, pôsteres e minicursos. O encontro também trará diversos pesquisadores dos Estados Unidos, Canadá, Europa, China e Austrália.

 

O Simpósio pretende congregar pesquisadores brasileiros e estrangeiros que estejam trabalhando com gêneros textuais para discutirem questões teóricas e aplicadas, além de divulgar os trabalhos realizados por professores e estudantes da área da linguagem.

 

SIC - Unisul

 


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