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Notícias do Programa
Página com
Notícias do 4o
Simpósio
Internacional de
Estudos de
Gêneros Textuais

Colaboradores
avaliam SIGET
(03/09/2007) O
4º Simpósio
Internacional de
Estudos de
Gêneros
Textuais,
realizado entre
15 e 18 de
agosto, ainda
tem repercussão
entre os
estudiosos que
participaram do
evento.
O SIGET reuniu
pesquisadores de
16 países em
palestras, mesas
redondas,
apresentação de
trabalhos e
minicursos.
Foram mais de
800 inscritos
entre acadêmicos
de graduação,
mestrado e
doutorado, além
de profissionais
da área.
“O SIGET
permitiu a troca
de conhecimentos
e o avanço dos
debates no campo
dos estudos de
gênero, mostrou
que o Brasil não
apenas consome e
aplica teorias
produzidas no
exterior, mas
também contribui
para a
construção e o
avanço de um
campo de debates
teóricos e
aplicados”,
afirmou uma das
organizadoras do
evento,
professora
Débora de
Carvalho
Figueiredo. “Os
comentários
sobre o evento
são os mais
elogiosos
possíveis, tanto
durante o evento
quanto depois
dele, seja em
relação ao nível
acadêmico do
congresso, seja
em relação à sua
organização
impecável”,
complementa.
Débora contou
ainda que o
evento saiu
melhor que o
esperado e
estreitou os
laços entre
pesquisadores e
instituições
brasileiras e
internacionais.
Além da comissão
organizadora,
trabalharam no
simpósio como
monitores,
funcionários da
universidade,
alunos e
egressos da
graduação em
Letras e do MCL.
Foram mais de 70
bolsistas que
participaram do
SIGET e de sua
realização.
Para a mestranda
Eloíse Alano,
trabalhar na
monitoria do
SIGET foi muito
importante.
“Aprendi muito,
nunca tinha
participado da
organização ou
de um evento
desse porte”.
Ela conta também
que recebeu
elogios de
vários
simposiastas,
sobre a cidade e
a própria
organização do
evento.
O congresso teve
dois idiomas
oficiais, o
português e o
inglês, que
foram traduzidos
e transmitidos
aos
participantes
por fones de
ouvido, assim
puderam escolher
o idioma do
palestrante ou a
tradução.
O coordenador do
Mestrado em
Ciências da
Linguagem,
professor Fábio
Rauen, diz que o
congresso trouxe
bons resultados.
“O SIGET provou
que Tubarão pode
fazer eventos
desse porte, o
que credencia a
Unisul ao
circuito de
pesquisas
internacional”.
O próximo SIGET
será realizado
em Caxias do
Sul-RS, em 2009.
Manuela Prá

Minicursos encerram 4º SIGET
(20/08/2007) O
encerramento do 4º Simpósio
Internacional de Estudos de
Gêneros Textuais, SIGET,
ficou por conta de 12
minicursos ministrados no
Bloco D (Pedagógico) da
Unisul. Na manhã de sábado
(18/08) pesquisadores do
Brasil, Estados Unidos e
Suécia ministraram aulas
sobre temas específicos.
A ultima
programação agendada no 4º
SIGET foi realizada entre 8
e 11 horas da manhã de
sábado.
Entre os minicursos em
inglês se destacaram:
“Transnational companies and
the Internet”, com
Britt-Louise Gunnarsson, da
Uppsala University, Suécia;
e “Taking-up genres in
context: using ethnographic
strategies to study and
teach genre uptake”, com
Melanie Kill, da University
of Washington, USA.
Em
português, foram ministrados
os minicursos: “Análise
crítica de gêneros textuais:
perspectivas metodológicas”,
com Anna Elizabeth Balloco e
Gisele de Carvalho, da
Universidade do Estado do
Rio de Janeiro, Brasil;
“Rádio escolar e competência
discursiva”, com Marcos
Baltar da Universidade de
Caxias do Sul, Brasil;
“Práticas de leitura de
gêneros discursivos”, com
Maria Aparecida Garcia
Lopes-Rossi, da Universidade
de Taubaté, Brasil; “Gêneros
textuais na produção de
material didático de
inglês”, com Vera Cristóvão,
da Universidade de Londrina,
Brasil; “Gêneros digitais:
descrição e implicações para
o ensino”, com Júlio César
Araújo, da Universidade
Federal do Ceará, Brasil;
“Gêneros, convenções e
variações: foco no artigo
acadêmico”, com Maria Ester
Wollstein Moritz , da
Universidade do Sul de Santa
Catarina, Brasil; “Forma
polêmica de inscrição no
discurso de divulgação
científica”, com Solange
Leda Gallo e Marci Fileti
Martins, da Universidade do
Sul de Santa Catarina,
Brasil; “Análise e produção
de elaboração didática para
leitura e para produção
textual a partir dos gêneros
do discurso”, com Rosângela
Hammes Rodrigues, da
Universidade Federal de
Santa Catarina, Brasil;
“Entrevista de emprego: o
que a Análise Crítica do
Discurso pode revelar sobre
as representações midiáticas
dos/das participantes”, com
Aleksandra Piasecka-Till, da
Universidade Regional de
Blumenau, Brasil; e “Passos
para a elaboração e
avaliação de material
didático para o ensino de
gêneros de textos”, com
Eliane Lousada, da
Pontifícia Universidade
Católica de São
Paulo/Aliança Francesa,
Brasil e Luzia Bueno, da
Universidade São Francisco,
Brasil.
O SIGET
foi organizado pelo Mestrado
em Ciências da Linguagem e
reuniu mais de 800
professores, pesquisadores e
estudiosos do tema.

Soltando a língua:
intérpretes são os reis da
comunicação
(20/08/2007) Para os
participantes acompanharem
os trabalhos do Simpósio
Internacional de Gêneros
Textuais, Tânia e Amilcar
fazem tradução simultânea da
língua nativa dos
palestrantes.
TUBARÃO - Instalados numa
espécie de cabine de som,
nos fundos do auditório do
Espaço Integrado de Artes,
Amilcar D´Ávila de Mello e
Tânia Regina Candemil chamam
a atenção por acompanharem,
quadro a quadro, os
palestrantes que,
sucessivamente, se
apresentaram no 4º Simpósio
Internacional de Estudos de
Gêneros Textuais, evento que
mobilizou os acadêmicos da
Unisul durante toda a
semana. A atenção redobrada
tem motivo: como muitos dos
palestrantes são de outros
países, Amilcar e Tânia
tiveram que ser contratados
para fazer a devida tradução
das línguas inglesa e
espanhola para o bom e velho
português _ idioma oficial
da maioria absoluta do
público presente. A dupla
desempenha a nobre (e um
tanto exótica) função de
“intérpretes de
conferência”, nicho de
mercado dos mais salutares,
neste país de dimensões
continentais, onde eventos
de distintos portes,
reunindo estrangeiros, são
comuns do Oiapoque ao Chuí.
Tânia, moradora de Imbituba,
observa que é comum provocar
estranhamento em amigos e
conhecidos quando anuncia
sua profissão. “As pessoas
não compreendem exatamente o
que faço _ agora vão ficar
sabendo, através do
jornal!”, comemorou. A
intérprete conta que sempre
teve aptidão com idiomas,
destacando-se com méritos na
língua de Shakespeare, fato
que a levou ao
aperfeiçoamento contínuo. Há
18 anos, conheceu Amilcar,
um de seus principais
parceiros de tradução, em
ocasiões das mais diversas.
“Costumo dizer que tenho
dois casamentos: um que eu
escolhi, com meu marido, e
outro que ocorreu por força
da profissão, que é com o
Amilcar. Quando começamos a
trabalhar juntos havia
acabado de noivar”, observa,
divertida.
Amilcar, que nasceu na
fronteira do Uruguai com o
Rio Grande do Sul, teve o
privilégio de se alfabetizar
num instituto mantido pelo
Conselho Britânico, onde
aprendeu o inglês tal e qual
sua língua-mãe. O tradutor
conta que já desempenhou as
funções mais díspares na
vida: formou-se em História,
trabalhou com pesquisas,
atuou com aviação comercial,
exportação, até que veio
parar em Florianópolis, onde
começou a dar aulas de
inglês, traduzir e
interpretar em conferências.
Foi quando conheceu a
parceira, Tânia.
Água - Na cabine utilizada
para a tradução simultânea
dos palestrantes
estrangeiros, onde Amilcar e
Tânia chegam a ficar até
cinco horas seguidas, muita
água e lanches leves. Afinal
de contas, os intervalos são
bastante curtos e a fala,
contínua.
“Para que nosso trabalho
seja possível, é necessário
todo este aparato aqui. Além
da cabine, equipamentos de
ponta, com os fones e as
ferramentas adequadas”,
explica Amilton. Uma empresa
especializada em
conferências, de
Florianópolis, foi
especialmente contratada
para o evento na
universidade.
Viagens, conhecimento e bons
salários
TUBARÃO - No Brasil, são
poucas as escolas de
formação de intérpretes de
conferência. “Acredito que
existam apenas duas, uma em
São Paulo, outra no Rio
Grande do Sul”, observa
Amilcar, que também trabalha
com o espanhol. Quanto às
vantagens de se desempenhar
profissão tão fascinante, a
lista é extensa. “Este
trabalho nos mantém
extremamente bem informados.
Acabamos assimilando o que
há de mais atual, justamente
devido ao tema das
conferências”, diz a dupla.
Um dos temas que mais
fascinou a intérprete Tânia
_ que na infância já sonhava
em dublar artistas famosos
em filmes de Hollywood _ foi
um treinamento com cães
farejadores, realizado em
Florianópolis, por uma
equipe americana. “Também
foi muito interessante um
seminário que contou com a
participação de equipes do
FBI, também em
Florianópolis, onde foram
abordados temas como
seqüestro, segurança
mundial, tecnologias de
ponta, microchips e afins”,
acrescenta Amilcar.
Outra vantagem tentadora
inerente à função de
tradutor diz respeito às
inúmeras viagens, que
eventualmente devem ser
feitas, a trabalho. “Já
conhecemos lugares muito
bacanas, Brasil afora”,
dizem. Além do mais,
tradutores intérpretes
ganham muito bem _ ponto
importantíssimo para a
escolha de uma profissão.
“Algumas características
facilitam aos que decidirem
por optar por esta carreira.
O intérprete deve contar com
uma excelente memória, e é
importante que sempre esteja
bem informado, por conta
própria”, concluiu Tânia,
enquanto se preparava para
mais uma sessão de tradução
simultânea, na Unisul.
Matéria escrita por
Marina Albuquerque para o Diário
do Sul
Diário do Sul
www.diariodosul.com.br -
publicado em 18/08/2007

Pesquisador de
Universidade chinesa
ministra última palestra do
SIGET
(18/08/2007) O professor Vijay Bhatia, da City
University of Hong Kong,
China ministrou a plenária
“Interdiscursividade na
análise crítica de gênero”.
A palestra foi realizada no
Espaço Integrado de Artes,
às 18 horas e foi a última
desta edição do SIGET.
Segundo Bhatia, na
literatura de gêneros, os
gêneros profissionais são
entendidos e analisados em
função das práticas dessas
profissões. Apesar disso, os
analistas estudam os textos
de maneira isolada,
desvalorizando o papel e a
função da
interdiscursividade.
“Minha fala explorou vários
contextos profissionais, e
propôs uma análise mais
profunda da
interdiscursividade como
forma de propiciar uma
compreensão mais abrangente
e crítica das práticas
discursivas e
profissionais”, disse Bhatia.
A palestra foi seguida da
mesa-redonda “Gênero textual
e atividades profissionais:
contribuições e
perspectivas”, dos
professores Carolyn Miller,
da North Carolina State
University (USA), Orlando
Vian Jr., da Universidade
Federal de São Paulo e
Shurli Makmillen, University
of British Columbia
(Canadá), que apresentou a
comunicação de Anthony Pare,
McGill University, Canadá.
O evento encerra sábado, dia
18, ao meio-dia, com a
realização de 15
mini-cursos.
Manuela Prá

Emoção marca o lançamento
de obras no SIGET
(18/08/007) A feira de
livros, realizada durante o
4º Simpósio Internacional de
Estudos de Gêneros Textuais,
programou um lançamento
coletivo de algumas das
obras expostas. Durante os
lançamentos os autores que
estavam no congresso falaram
sobre seus livros. O evento
foi realizado no Bloco D, às
16 horas do dia 17.
“O lançamento dos livros foi
muito emocionante. De um
lado, nosso programa estava
lançando o livro do
professor Ingo, ainda
marcado pelo seu falecimento
recente. De outro a
lembrança do professor
Marcuschi, que representa o
evento, e está convalescendo
de um acidente vascular.
Ausências sentidas, mas
lembradas”, disse o
Coordenador do Mestrado em
Ciências da Linguagem,
professor Fábio Rauen.
A professora Márcia, viúva
do professor Ingo,
visivelmente emocionada
participou do lançamento e
recebeu os cumprimentos pela
obra do marido, O Contexto
Refletido: vozes sobrepostas
de um diálogo. “Ingo já
estava finalizando mais um
livro. Vamos fazer o
possível para editá-lo
brevemente”, contou Márcia.
Désirée Motta-Roth,
professora da Universidade
Federal de Santa Maria,
também lembrou do professor
Luiz Antônio Marcuschi ao
dizer que "ele é a cara do
Siget". Além de Désirée,
também prestaram homenagem a
Marcuschi, Prof. Adail
Sobral (conhecido lingüista
e tradutor) e o Prof. Adair
Bonini, coordenador do
evento. No
evento foram lançadas as
obras Fenômenos da
Linguagem: reflexões
semânticas e discursivas e
Cognição, Linguagem e
Práticas Interacionais, de
Marcuschi.
Conheça os livros lançados
no evento
aqui.
Na foto Charles Bazerman, da
University of California,
EUA, que lançou as obras
"Escrita, Gênero e Interação
Social", "Gênero, Agência e
Escrita" e "Handbook of
Research on Writing-History,
Society, School, Individual,
Text".
Manuela Prá
Lançamentos de
livros
Dezenas de livros de autores
nacionais e estrangeiros foram
lançados nessa sexta-feira (17/8),
em evento realizado no hall do bloco
pedagógico da Unisul, campus
Tubarão. Os lançamentos fizeram
parte do quarto Simpósio
Internacional de Estudos de Gêneros
Textuais (Siget).
“O
Contexto Refletido: vozes
sobrepostas de um diálogo”, do
escritor Ingo Voese, professor do
mestrado de Ciências da Linguagem da
Unisul, falecido no dia 31 de julho,
foi uma das obras lançadas na
ocasião. A viúva do autor Márcia
Garibaldi Voese esteve presente ao
evento.
“As obras dele, assim como a vida,
sempre foram pautadas pela busca da
liberdade. Para que as pessoas
possam expressar suas opiniões, as
diferenças conviverem e dialogarem”,
comenta.
Outros livros lançados foram
“Handbook of Research on Writing,
History, Society, School,
Individual, Text”, do
norte-americano Charles Bazerman,
“Words of Written Discourse: A
Genre-Based View”, do chinês Vijay
Bhatia, além de diversas obras
nacionais.
SIC - Unisul

Doutores
acreditam que comentário de Lula foi
infeliz
O
pronunciamento que o
presidente Lula fez nesta
quinta-feira (16/8) ao inaugurar a
extensão de um Centro Federal de
Educação Tecnológica, em Congonhas,
Minas Gerais, repercutiu no meio
acadêmico. Ele afirmou que é um
“contra-senso” pessoas criticarem o
programa Bolsa-Família, mas não as
bolsas para formar um doutor no
exterior.
Professores doutores que
participaram do quarto Simpósio
Internacional de Estudos de Gêneros
Textuais (Siget) na Unisul de
Tubarão acreditam que o comentário
incluído no discurso foi infeliz
porque não tem como comparar os dois
tipos de auxílio.
José Luiz Meurer, doutor em
Lingüística pela Universidade de
Georgetown, em Washington, Estados
Unidos, acredita que ambas são
válidas, entretanto a função da
bolsa para um professor é parte de
um avanço. Segundo ele, “é uma
situação de investimento em educação
e pesquisa para o país”. Já a
Bolsa-Família é um atraso porque
tenta cobrir uma deficiência.
“Este auxílio é uma dívida de
organização do Brasil. Enquanto a
primeira bolsa ajuda a ir além, a
outra para um aquém”, disse o
professor.
Meurer sugere que o governo deveria
contar com a ajuda destes doutores
para encontrar uma solução para o
término do problema.
Para o professor Wilson Shuelter,
doutor em Administração da Educação
pela Universidade de Concordia, nos
Estados Unidos, o Brasil precisa de
desenvolvimento e de tecnologia,
então a ajuda financeira para
professores é importante para
atingir esta meta. Ele também se
mostra preocupado com as crianças de
rua.
“Não podemos deixar as crianças
mendigando, mas dar uma bolsa não é
suficiente, precisa-se mais do que
isso e pode-se começar diminuindo o
nível corrupção do país”, alfineta
Shuelter que é professor da Unisul.
Já
a pós-doutora Desirée Motta-Roch
questiona os critérios para o
recebimento dos auxílios do
Bolsa-Família.
“Para ganharmos ajuda para estudar
devemos enfrentar uma grande
burocracia, além de concorrermos com
muitos professores. O Bolsa-Família
é assim? Será que há verificação do
nível de pobreza de quem recebe?”.
A
ex-estagiária de pós-doutorado no
Instituto Inglês de Linguagem da
Universidade de Michigan, Estados
Unidos, diz que não se pode
estabelecer comparação entre os
auxílios, embora qualquer
assistência seja importante, desde
que se saiba para que é destinada.
SIC- Unisul

Tubarão muda de idioma com o 4º Siget
(17/08/2007) Ao receber pesquisadores de
16 países e de boa parte do Brasil, a
cidade de Tubarão discute linguagem,
gêneros e se transforma.
No 4º
Siget (Simpósio
Internacional de Estudo de
Gêneros Textuais) realizado
na Unisul, em Tubarão,
pesquisadores de 16 países
transitam pelas palestras,
debates, mesas-redondas e
minicursos que compõem o
evento, ao lado de
estudiosos de todo o Brasil.
Rita
Pallaskallo, Suvi Honkanen e
Henna Makkonen vieram da
Finlândia, e como isso
sugere, são loiras, altas e
de olhos azuis. Elas
lecionam na Universidade de
Helsink e é a primeira vez
que vêm ao Brasil.
“Estamos
tendo um pouco de
dificuldade para nos
comunicar, já que não
falamos português. Mas as
pessoas têm nos ajudado no
que precisamos”, comenta
Honkanen.
Já o
alemão Hans Peter Weiser não
tem encontrado dificuldades
com o idioma. Em um
português claro, apesar do
sotaque, ele conta que há 20
anos trocou a neve germânica
pelas praias de Fortaleza.
“Conheci
a minha mulher lá. Voltei
para a Alemanha, mas não era
tão fácil como hoje manter
contato. O romantismo das
cartas e do telefone vocês
não pegaram”, brinca o
professor da Universidade
Estadual do Ceará, que diz
que quando a conta
telefônica ficou muito cara
achou mais econômico a
mudança definitiva para o
Brasil.
O Siget
é organizado pelo mestrado
em Ciências da Linguagem da
Unisul e se encerra sábado (18/08).
Além do Brasil, estão
representados no simpósio
pesquisadores da Argentina,
Austrália, Canadá, Chile,
China, Estados Unidos,
Finlândia, Inglaterra,
Israel, Japão, Malásia,
Portugal, Suíça, Suécia e
Uruguai. Entre os inscritos
há mais de 800 pessoas.
SIC -
Unisul

Nem tudo pode
ser considerado
gênero, afirma
John Swales
(17/08/2007) Um dos mais
respeitados estudiosos de
gêneros textuais, John
Swales da Universidade de
Michigan – Estados Unidos,
foi destaque no SIGET e faz
reflexão sobre o tema.
As
transformações da sociedade
incluem, além de toda a
tecnologia desenvolvida e de
melhoras significativas na
qualidade de vida, mudanças
na maneira que os textos são
elaborados e para quem serão
elaborados. Para Swales,
deve haver limitações ao
definir os gêneros textuais.
Ele defende que nem tudo
pode ser considerado gênero,
o que, classifica como
pré-gênero. “Para considerar
algum gênero, os textos
devem ser bem elaborados”,
comenta o professor, que
sugere três tipos: os do
cotidiano, os utilizados em
cursos de graduação e
aqueles que são empregados
em teses e dissertações de
mestrado e doutorado.
A
linguagem virtual, utilizada
em programas de mensagens
instantâneas e sites de
relacionamentos, é
considerada por alguns
estudiosos como gênero
textual. O norte-americano
ainda não pode classificar
uma maneira de expressão por
não possuir intimidade com o
universo eletrônico. “Novos
pesquisadores devem estudar
estas ferramentas e o que
elas representam”, sugere.
Swales
compara os gêneros com a
música popular brasileira.
Segundo ele, textos estão
inseridos na sociedade e
cada um possui uma maneira
de utilizar e a música tem
características específicas
de cada região. “As culturas
das regiões do Brasil
transformam a música em algo
característico de cada lugar
e o povo expressa a sua
maneira, porém esta música
terá sempre a mesma função”,
diz. Para o professor é
possível identificar as
diferenças, mas perceber que
tudo desempenha o mesmo
significado.
O professor falou para o
público que participou do 4º
Simpósio Internacional de
Estudos de Gêneros Textuais
(Siget), na quarta-feira
(15/08). Apresentou a
palestra “Mundos dos gêneros
– metáforas do gênero”. O
evento continua até sábado,
dia 18 de agosto, na Unisul
de Tubarão.
SIC -
Unisul

Siget discute
teorias de
Bakhtin
(17/08/2007) Mesa-redonda
sobre teoria Bakhtiniana
abre atividades do terceiro
dia do Siget.
“Diretas
Já!” A frase curta marcou as
reivindicações pelas
eleições presidenciais
diretas em 1984. As duas
palavras são carregadas de
significados e por trás
delas estão pessoas que não
tinham direito ao voto e
pediam democracia. A teoria
Bakhtiniana do pesquisador
lingüístico russo Bakhtin
estuda exatamente isso, o
que foi dito e não dito nas
frases, toda a carga do
passado e as várias vozes
que podem ser percebidas nas
interpretações, a chamada
polifonia. No 4º Simpósio
internacional de Estudos de
Gêneros Textuais o
pesquisador foi abordado na
sexta-feira (17ago), na
mesa-redonda com o tema
“Desafios da análise
Bakhtiniana de gêneros
discursivos”.
O
congresso que já esta no seu
terceiro dia é realizado no
Espaço Integrado de Artes da
Unisul, em Tubarão.
Discursaram Paul Prior da
Universidade de Illinois na
cidade de Urbana-Champaign
nos Estados Unidos,
Rosângela Hammes Rodrigues
da UFSC e Roxane Rojo da
Universidade Estadual de
Campinas.
Prior
apresentou o tema “De
Voloshinov e Bakhtin aos
sistemas de gêneros
Multimodais mediados”.
“Voloshinov e Bakhtin
observam o gênero como um
fenômeno histórico e que
servem não apenas para a
compreensão dialógica, mas
também para compreensão da
formação de indivíduos e
sociedade”, afirma Prior.
Já
Rosângela discursou “A
teoria de gêneros do
discurso de Bakhtin no
horizonte dos estudos da
lingüística” e Roxane falou
sobre “Gêneros do discurso
no Círculo de Bakhtin –
ferramentas conceituais e
metodológicas para análise
de enunciados em
dispositivos e práticas
didáticas”.
“Essa
teoria não tem despertado
interesse apenas em
pesquisadores, mas também de
sistemas educacionais e de
professores de línguas
devido à colocação dos
gêneros como um objeto de
ensino de língua, que
contribui para o aumento da
capacidade de leitura,
escrita e oralidade”, conta
Roxane.
O Siget,
que reúne teóricos da
linguagem de 16 países, é
realizado pelo mestrado em
Ciência da Linguagem da
Unisul e vai até sábado
(18/8).
SIC -
Unisul

Professora faz
reflexão sobre
ensino e estudo
de linguagem
(16/08/2007) A professora
Désirée Motta-Roth, da
Universidade Federal de
Santa Maria ministrou
plenária sobre as
contribuições dos estudos de
Gênero textual para o
ensino. O evento ocorreu às
18 horas do último dia 16,
no Espaço Integrado de
Artes.
O
trabalho intitulado
“Contribuições da Análise
Crítica de Gêneros
Discursivos para o Estudo e
Ensino da Linguagem” foi
destaque no segundo dia do
SIGET.
A
pesquisadora tem se
destacado na pesquisas que
aplicam os estudos da
linguagem no ensino.
Désirée
foi presidente do terceiro
SIGET, realizado na UFSM em
2005. Para ela o conceito de
gênero textual é essencial
para educação. “Esse
conceito surge como
ferramenta de teorização e
de explanação sobre como a
linguagem funciona para
criar e recontextualizar
interações sociais”.
Em sua
apresnetação, Désirée fez um
balanço dos conceitos de
gênero na literatura
recente, análises e
interpretações da linguagem
como gênero crítico e
identificou contribuições do
gênero discursivo para o
ensino linguagem.
Após a plenária a noite do
dia 16 foi encerrada com a
mesa-redonda “Gênero
textual e discurso:
interdependências”,
com os professores
Jim Martin, da University of
Sydney, Australia,
J. L. Meurer, da
Universidade Federal de
Santa Catarina
e
Thomas Huckin, da University
of Utah, USA
Em
entrevista para o site
contato.net no dia 18/08,
Désirée disse que o
trabalho de escrever não é
valorizado.
Tubarão - Um bom
texto nem sempre é
valorizado. A
opinião é da
professora Desireé
Motta-Roth, da
Universidade Federal
de Santa Maria (UFSM),
que participou do 4º
Simpósio
Internacional de
Estudos de Gêneros
Textuais (Siget).
Para ela, nem sempre
escrever um texto é
fácil, seja redação,
artigo, reportagem
ou dissertação.
Exige conhecimento,
habilidade e
prática. No entanto,
muitas pessoas ainda
pensam que escrever
bem não é um
trabalho que mereça
destaque.
“Quem trabalha com a
linguagem não é como
o ar que está
disponível para
todos de graça. É
como qualquer outro
e deve ser
valorizado”, afirma
a doutora em Letras.
Segundo Desireé, a
linguagem é tão
importante que está
presente em todas as
áreas. Ela diz que,
ao formar
professores, costuma
fazê-los entender
que tudo o que deve
ser transmitido aos
alunos deve possuir
um contexto com o
real.
O Siget é organizado
pelo mestrado em
Ciências da
Linguagem da Unisul
de Tubarão.
Manuela
Prá

O rap como um
gênero do
discurso em
debate no sul
(16/08/2007) Mesa-redonda
sobre gênero e cognição abre
as atividades do segundo dia
do Siget, na Unisul de
Tubarão.
“Conhecimento e corpo não
são separados, são
construídos na prática e não
há distinção entre pensar e
saber”. A afirmação foi
feita por Anna Christina
Bentes, da Universidade
Estadual de Campinas, que
participa do 4º Simpósio
Internacional de Estudos dos
Gêneros Textuais (Siget), na
Unisul, em Tubarão. Anna fez
parte da mesa-redonda
“Gênero textual e cognição:
pontos para realimentar o
debate”, em que falou a
respeito de “Gênero e
cognição: sobre o estatuto
do conceito de gênero
discursivo no interior de
uma teoria prática”.
Para
exemplificar sua pesquisa
foi utilizado um rap da
banda Racionais MC's,
considerando o rap um gênero
do discurso. "A música vai
contar uma história, fazendo
representação sobre o que
ele sabe, sobre a sua
realidade e que muitas vezes
não é próxima da nossa. O
som pode ter efeito
imaginativo e eles utilizam
recursos além da fala. São
recursos verbais e
não-verbais para mostrar uma
situação", explica Anna.
Participou da mesma mesa
Carol Berkenkotter, da
Universidade de Minnesota,
nos Estados Unidos, com o
tema “Gêneros multimodais e
mudança cognitiva”. E direto
da Universidade da
Califórnia, em Santa
Bárbara, também nos Estados
Unidos, Charles Bazerman com
o tema “Gênero e
desenvolvimento cognitivo”.
Sobre o
Simpósio, Anna elogia a
troca de idéias. "Este
evento cresceu muito neste
momento. O que é mais
interessante é que ele é
temático e estabelece uma
rede de relações com
pesquisadores de várias
partes do mundo. Este
intercâmbio de conhecimento
é muito difícil de acontecer
e isso é uma iniciativa do
sul", acrescenta.
O Siget,
que reúne teóricos da
linguagem de 16 países, é
realizado pelo mestrado em
Ciência da Linguagem da
Unisul e vai até sábado
(18/8). São 21 palestrantes
e 15 minicursos.
SIC -
Unisul

Pôsteres abrem segundo dia
do SIGET
(16/08/2007) As atividades
do segundo dia do SIGET,
Simpósio Internacional de
Estudos de Gêneros Textuais,
iniciaram com a exibição de
pôsteres no Hall de entrada
do Espaço Integrado de Artes
da Unisul. A mostra foi
realizada das 9 às 10 da
manhã e foram apresentados
cerca de 40 trabalhos.
A
modalidade pôster consiste
num espaço para discussões a
respeito do conteúdo exposto
em painéis
auto-explicativos. Essa
categoria de apresentação
destina-se a graduandos,
graduados e mestrandos.
“A
principal diferença entre
uma apresentação de pôster e
uma comunicação individual
ou coordenada, é que o
pôster usa de uma linguagem
mais visual, simples e
concisa. É preciso resumir o
tema e elaborar elementos
visuais que transmitam bem a
mensagem”, explica o
professor Richarles de
Carvalho.
Na época
de sua inscrição no
simpósio, Richarles ainda
era acadêmico do Programa de
Pós-graduação, por esse
motivo apresentará trabalho
nessa modalidade.
A mostra continua amanhã
entre 9 e 10 da manhã no EIA,
com outros 42 pôsteres.
Manuela Prá

Simpósio movimenta Unisul
(16/08/2007)
Feira de livros possibilita
aos participantes do 4º
Simpósio Internacional de
Estudos de Gêneros Textuais, SIGET, a
oportunidade de adquirir
livros sobre o tema.
A feira funcionará no
Bloco D, das 9 da manhã às
10 da noite até o fim do
evento, na manhã de sábado.
Estão expostas várias obras
de diversos autores que
farão um lançamento coletivo
no local, sexta-feira, às 16
horas.
Acir Mário Karwoski,
responsável pela feira, diz que esta é uma
ótima oportunidade para os
autores e estudiosos do
tema. “Por ser um evento que
reúne pesquisadores de nível
nacional e internacional é
muito interessante divulgar
os livros, que são sobre os
temas abordados no simpósio.
Acredito que isso engrandece
o evento e fornece mais
material para os
estudiosos”.
Além da feira de livros os
visitantes podem adquirir,
no mesmo local, peças de
artesanato. Os membros da
Associação Tubaronense de
Artesanatos comercializam
peças de roupa, brinquedos
em madeira, pinturas em tela
e bijuterias. “Nós adoramos
fazer artesanato e conhecer
pessoas. É muito legal fazer
esse contato, conhecer gente
de diversos lugares e
oferecer nossas obras como
lembrança do evento e até da
cidade”, conta Carlos
Fromming, presidente da
Associação.
A feira de
artesanato funcionará das 11
às 18 horas até sexta-feira.
Manuela Prá

Balanço entre gêneros e
ensino abre Siget
Abertura
oficial do Simpósio
Internacional de Estudos de
Gêneros Textuais foi
realizada nesta quarta-feira
(15/8) na Unisul, em
Tubarão, com uma
mesa-redonda sobre o tema.
A
preocupação de pesquisadores
com o ensino e a importância
para as novas gerações foram
ressaltadas pelo reitor da
Unisul, Gerson Luiz Joner da
Silveira, durante a abertura
do quarto Simpósio
Internacional de Estudos de
Gêneros Textuais (Siget),
realizada nesta quarta-feira
(15/8), em Tubarão.
“O
processo de transformação da
linguagem requer cuidados e
preocupação dos
pesquisadores, sob pena de
termos nossos jovens
desinteressados por formas
mais ricas de linguagem, e
com dificuldade de expressão
do pensamento complexo, na
ansiedade de viver somente o
presente”, disse Silveira.
As
observações do reitor
continuaram em discussão
durante a primeira atividade
do Siget que foi uma mesa
redonda com o tema “Gênero
textual-discursivo e ensino:
um balanço crítico”. A mesa
foi formada por Amy Devitt
da Universidade do Kansas
nos Estados Unidos, Maria
Marta Furlanetto da Unisul e
Mary R. Lea da Universidade
Aberta do Reino Unido.
O Siget
que reúne teóricos da
linguagem de 16 países é
realizado pelo mestrado em
Ciência da Linguagem da
Unisul e vai até sábado
(18/8). São 21 palestrantes
e 15 minicursos.
Além do
Brasil, estão representados
no simpósio pesquisadores da
Argentina, Austrália,
Canadá, Chile, China,
Estados Unidos, Finlândia,
Inglaterra, Israel, Japão,
Malásia, Portugal, Suíça,
Suécia e Uruguai. Entre os
inscritos há mais de 100
professores da rede estadual
e municipal de ensino.
O Siget
possibilitará parcerias
entre pesquisadores
brasileiros e estrangeiros e
ajuda na renovação do ensino
de linguagem no Brasil e no
mundo.
Nesta
edição, o Siget enfatiza
temas como análise de gênero
textual; gêneros textuais,
ensino e aprendizagem da
linguagem; a utilização
desses gêneros na formação
de professores; nas práticas
sociais diversas; e
metodologia de análise de
gêneros textuais.
Durante
os quatros dias serão
realizadas três modalidades
de apresentação. As
comunicações coordenadas, em
que acontecem as explanações
orais e discussão de
trabalhos de pesquisadores
em torno de um tema comum; a
comunicação individual, com
apresentação oral em torno
de uma pesquisa desenvolvida
ou em desenvolvimento; e a
exposição de pôsteres, com a
discussão a respeito do
conteúdo exposto em painel.
Durante
todo o evento, os
participantes contam com
tradução simultânea, o que
possibilita a participação
internacional.
SIC -
Unisul

Tubarão na rota de
pesquisadores internacionais
(15/08/2007) Tubarão
amanheceu diferente nesta
quarta-feira (15/8).
Sotaques de todos os cantos
do Brasil e diversas
línguas, entre elas, o
inglês e japonês. Os
visitantes pesquisadores
vieram em busca de novos
conhecimentos e atualizações
no 4º Simpósio Internacional
de Estudos de Gêneros
Textuais, na Unisul. O
encontro realizado pelo
mestrado em Ciência da
Linguagem tem mais de 800
participantes inscritos e as
atividades vão até o próximo
sábado (18/8).
Pela
primeira vez em Santa
Catarina, a mestranda da
Universidade Federal do
Pernambuco (UFPE), Jailze de
Oliveira Santos, veio de
Recife participar do
encontro.
“Estou
estudando muitos teóricos e
um grande número deles
estarão aqui, não tinha como
perder esta oportunidade.
Quem vem a este evento,
valoriza. É um intercâmbio
positivo e um congresso que
eu esperava há muito tempo”,
conta depois de elogiar a
beleza das cidades
catarinenses rodeadas pelo
mar.
Acadêmica do mestrado em
Lingüística lá na
Universidade Federal de
Uberlândia (UFU) e direto de
Triângulo Mineiro, Maria
Helena Gomes Naves também
veio a Tubarão em busca de
novidades.
“Sou
professora e aqui posso ter
novos conhecimentos e
descobrir formas diferentes
e melhores para trabalhar
com meus alunos, já que o
congresso é voltado a
gêneros textuais e
discursivos. O mestrado nos
exige a participação e
fazemos com maior prazer. O
Siget é muito comentado”,
explica Maria Helena.
O
trajeto percorrido foi bem
menor, mas a busca é a
mesma. Acadêmica do curso de
Direito da Unisul em
Araranguá, Janaina Ramos
Souza veio de Sombrio.
“Eu quero agregar
conhecimento, ser mais
objetiva na forma de
escrever e interpretar e
resultar em um maior
entendimento num curto
espaço de tempo”, afirma
Janaina.
SIC -
Unisul

Simpósio internacional reúne
16 países em SC
(15/08/2007) Começou nesta
quarta-feira, 15 de agosto,
em Tubarão, o 4º Simpósio
Internacional de Estudos de
Gêneros Textuais (Siget),
organizado pelo mestrado em
Ciências da Linguagem da
Unisul. O evento vai até
sábado, dia 18, com a
participação de teóricos da
linguagem de 16 países.
O evento ocorre no Espaço
Integrado de Artes e no
salão nobre da Unisul em
Tubarão e tem mais de 800
participantes inscritos.
Entre os inscritos há mais
de 100 professores da rede
estadual de ensino.
Além do Brasil, estão
representados no simpósio
pesquisadores da Argentina,
Austrália, Canadá, Chile,
China, Estados Unidos,
Finlândia, Inglaterra,
Israel, Japão, Malásia,
Portugal, Suíça, Suécia e
Uruguai. São 21 palestrantes
e 17 minicursos.
A coordenação do Siget
lembra que o evento tem a
participação de
pesquisadores centrais na
história dos estudos de
gêneros textuais no Brasil e
no mundo. Haverá tradução
simultânea, o que
possibilita a participação
internacional, sem
descaracterizar o evento
como uma instância de
formação de novos
pesquisadores e com a
participação de inúmeros
profissionais da educação.
Além disso, a publicação dos
anais simultaneamente ao
evento possibilita um
aproveitamento imediato da
produção científica
divulgada no encontro.
O simpósio internacional
também é importante para
sedimentar a pesquisa na
Unisul e prepara a
universidade para ser sede
de outros congressos e
conferências do mesmo porte.
O Siget também possibilitará
parcerias entre
pesquisadores brasileiros e
estrangeiros e ajuda na
renovação do ensino de
linguagem no Brasil e no
mundo.
Haverá três modalidades de
apresentação. As
comunicações coordenadas, em
que acontecem as explanações
orais e discussão de
trabalhos de pesquisadores
em torno de um tema comum; a
comunicação individual, com
apresentação oral em torno
de uma pesquisa desenvolvida
ou em desenvolvimento; e a
exposição de pôsteres, com a
discussão a respeito do
conteúdo exposto em painel.
Para o coordenador do Siget,
Adair Bonini, o evento
pretende propiciar a troca
de experiência entre
pesquisadores brasileiros e
estrangeiros de gêneros
textuais, além de divulgar
os trabalhos realizados por
professores e estudantes da
área da linguagem.
“O estudo dos gêneros é de
enorme importância para o
ensino em todos os níveis,
para as atividades de
formação profissional e para
o entendimento sobre como a
sociedade funciona, uma vez
que a linguagem se
materializa nas práticas dos
indivíduos em todas as
esferas sociais”, comenta.
Nesta edição, o Siget
enfatiza temas como análise
de gênero textual; gêneros
textuais, ensino e
aprendizagem da linguagem; a
utilização desses gêneros na
formação de professores; nas
práticas sociais diversas; e
metodologia de análise de
gêneros textuais.
Nos dias 15, 16 e 17, às 18
horas, haverá palestras com
conceituados estudiosos da
área da linguagem. A
primeira será ministrada
pelo professor John Swales,
da Universidade de Michigan
(EUA). Ele abordará as
transformações dos gêneros,
suas funções e importância.
Swales trabalha
principalmente na área do
discurso e é pesquisador dos
gêneros textuais e métodos
de análise de discurso.
A professora Desirée Motta
Roth, da Universidade
Federal de Santa Maria, no
Rio Grande do Sul, doutora
em Letras (Inglês e
Literatura Correspondente),
apresentará uma síntese da
discussão sobre o conceito
de gênero na literatura
recente e vai falar das
contribuições do conceito de
gênero discursivo para as
práticas pedagógicas de
linguagem, no dia 16.
No dia 17, o professor Vijay
Bhatia, da Universidade da
Cidade de Hong Kong, na
China, vai abordar os
gêneros nos contextos
profissionais. Bhatia
analisará a
interdiscursividade como
forma de propiciar uma
compreensão mais abrangente
e crítica das práticas
discursivas e profissionais.
O simpósio foi realizado
anteriormente em 2003, 2004
e 2005, em Londrina, União
da Vitória e Santa Maria.
SIC -Unisul

Simpósio
congrega pesquisadores
internacionais
em Tubarão
(07/08/2007)
4o Simpósio
Internacional de
Estudos de
Gêneros Textuais
(SIGET),
organizado pelo
mestrado em
Ciências da
Linguagem, será
realizado neste
mês de agosto e
terá
palestrantes
reconhecidos
mundialmente.
Grandes teóricos
da linguagem, de
prestígio
mundial, farão
parte do 4º
Simpósio
Internacional de
Estudos de
Gêneros Textuais
(SIGET), que será
realizado neste
mês de agosto na Unisul em
Tubarão.
John Swales, que
ministrará a
primeira
palestra no
Simpósio, dia 15
de agosto, é
professor de
Lingüística da
Universidade de
Michigan, nos
Estados Unidos.
Trabalha
principalmente
na área do
discurso e é
pesquisador dos
gêneros textuais
e métodos de
análise de
discurso. Na
Unisul, abordará
as
transformações
dos gêneros,
suas funções e
importância.
A professora da
Universidade
Federal de Santa
Maria, no Rio
Grande do Sul,
Desirée Motta
Roth, é doutora
em Letras
(Inglês e
Literatura
Correspondente)
e realizou
estágio de
pós-doutorado na
Universidade de
Michigan.
Durante o Siget,
Desirée
apresentará uma
síntese da
discussão sobre
o conceito de
gênero na
literatura
recente. A
professora, que
falará no dia
16, também
identificará as
contribuições do
conceito de
gênero
discursivo para
as práticas
pedagógicas de
linguagem.
No dia 17, o
professor Vijay
Bhatia, da
Universidade da
Cidade de Hong
Kong, China,
explorará os
gêneros nos
contextos
profissionais.
Bhatia analisará
a
interdiscursividade
como forma de
propiciar uma
compreensão mais
abrangente e
crítica das
práticas
discursivas e
profissionais.
O Siget será
realizado de 15
a 18 de agosto,
e além dessas
palestras terá
mesas-redonda,
apresentação de
trabalhos,
pôsteres e
minicursos. O
encontro também
trará diversos
pesquisadores
dos Estados
Unidos, Canadá,
Europa, China e
Austrália.
O Simpósio
pretende
congregar
pesquisadores
brasileiros e
estrangeiros que
estejam
trabalhando com
gêneros textuais
para discutirem
questões
teóricas e
aplicadas, além
de divulgar os
trabalhos
realizados por
professores e
estudantes da
área da
linguagem.
SIC - Unisul
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