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Editoras
Autêntica
cONTEXTO
CONTINUUM
CORTEZ
EDITORA
DA UFSC
EDITORA
DA UNISUL
EDUCS
EDUFU
Lawrence Erlbaum Associates
LUCERNA
PARÁBOLA
TRAFFORD
PUBLISHING
UTAH
STATE
UNIVERSITY
PRESS
AUTÊNTICA
http://www.autenticaeditora.com.br/
 |
Linguagem
e
Educação:
fios
que
se
entrecruzam
na
escola
Editora
Autêntica
-
Belo
Horizonte.
Júlio
César
Araújo;
Messias
Dieb
(Orgs.).
Parece
imensamente
oportuno,
pois,
que
se
reforce
o
empenho
pela
pesquisa
lingüística
de
diferentes
fenômenos,
nomeadamente
quando
tais
fenômenos
recobrem
o
domínio
amplo
e
significativo
do
texto,
do
discurso
e de
suas
múltiplas
incursões.
Essa
pretensão
está
visivelmente
presente
no
livro
Linguagem
e
Educação:
fios
que
se
entrecruzam
na
escola.
O
próprio
título
já
aponta
para
a
interdependência
entre
os
domínios
da
linguagem
e da
educação,
de
forma
a
constituir
um
tecido
feito
de
linhas
que
se
cruzam,
que
se
perpassam
mutuamente.
Na
verdade,
a
proposta
central
do
livro
é
pôr
em
destaque
que
não
se
pode
pensar
educação
sem
linguagem
e
que
explorar
a
linguagem
representa
uma
forma
de
desenvolver
nas
pessoas
suas
capacidades
para
compreenderem
melhor
o
mundo
e,
assim,
atuarem
socialmente
de
forma
ampla,
crítica,
participativa
e
adequada
às
situações
concretas
da
interação
social.
Por
isso,
o
livro
está
organizado
para
considerar,
em
primeiro
lugar,
a
relação
entre
“Práticas
Discursivas
e
Ensino”;
em
segundo,
entre
“Literatura
e
Ensino”
e,
por
fim,
entre
“Prática
Pedagógica
e
Legislação
Educacional”,
cumprindo,
assim,
de
forma
tão
significativa,
áreas
ou
perspectivas
que
transcendem
em
muito
as
estreitas
visões
da
prescrição
lingüística.
|
CONTEXTO
http://www.editoracontexto.com.br/
 |
Análise
de discurso crítica
Viviane de Melo Resende
Viviane Ramalho
Com abordagem
interdisciplinar, este livro, elaborado com
cuidado e rigor, tem como objetivo discutir a
teoria e o método em Análise de Discurso Crítica
(ADC). Oferece caminhos alternativos para a
análise de discurso de diversos tipos de texto,
mostrando que muitas categorias de análise
tradicionalmente estudadas são convocadas para a
criação de sentidos e podem ser reorganizadas
numa perspectiva textual/discursiva. De maneira
bastante didática, as autoras estabelecem o
diálogo entre a Lingüística e as Ciências
Sociais e exemplificam o uso possível das
categorias de análise da ADC, aplicando-as
diretamente a excertos de textos. Obra
importante para estudantes e professores de
Letras e estudiosos do Discurso. |
CONTINUUM
www.continuumbooks.com
 |
Worlds
of
Written
Discourse:
A
Genre-Based
View
Vijay
Bhatia
Genre
theory
in the
past few
years
has
contributed
immensely
to our
understanding
of the
way
discourse
is used
in
academic,
professional
and
institutional
contexts.
However,
its
development
has been
constrained
by the
nature
and
design
of its
applications,
which
have
invariably
focused
on
language
teaching
and
learning,
or
communication
training
and
consultation.
This has
led to
the use
of
simplified
and
idealised
genres.
In
contrast
to this,
the real
world of
discourse
is
complex,
dynamic
and
unpredictable.
This
tension
between
the real
world of
written
discourse
and its
representation
in
applied
genre-based
literature
is the
main
theme of
this
book.
The book
addresses
this
theme
from the
perspectives
of four
rather
different
worlds:
the
world of
reality,
the
world of
private
intentions,
the
world of
analysis
and the
world of
applications.
Using
examples
from a
range of
situations
including
advertising,
business,
academia,
economics,
law,
book
introductions,
reports,
media
and
fundraising,
Bhatia
uses
discourse
analysis
to move
genre
theory
away
from
educational
contexts
and into
the real
world.
Introduction
•
Overview:
Perspectives
on
Discourse
• The
World of
Reality
• The
World of
Private
Intentions
• The
World of
Analysis
• The
World of
Applications
•
References |
-
Baker,
Paul,
Using
Corpora
in
Discourse
Analysis,
Continuum,
April
2006
-
Gibbons,
Pauline,
Bridging
Discourses
in the
ESL
Classroom:
Students,
Teachers
and
Researchers,
Continuum,
June
2006
-
Halliday,
M.A.K
and
edited
by
Webster,
Jonathan.
J,
Computational
and
Quantitative
Studies,
Continuum,
May 2006
-
Halliday,
M.A.K
and
edited
by
Webster,
Jonathan.
J,
Language
of Early
Childhood,
Continuum,
January
2006
-
Halliday,
M.A.K
and
edited
by
Webster,
Jonathan.
J, On
Language
and
Linguistics,
Continuum,
January
2006
-
Halliday,
M.A.K
and
edited
by
Webster,
Jonathan.
J, The
Language
of
Science,
Continuum,
June
2006
-
Martin,
J.R and
Rose,
David,
Working
with
Discourse,
Second
Edition:
Meaning
Beyond
the
Clause,
Continuum,
February
2007
-
O’Halloran,
Kay,
Multimodal
Discourse
Analysis:
Systemic
Functional
Perspectives,
Continuum,
April
2006
-
Paltridge,
Brian,
Discourse
Analysis:
An
Introduction,
Continuum,
December
2006
CORTEZ
http://www.cortezeditora.com.br/
 |
Escrita,
Gênero
e
Interação
Social
Autor:
Charles
Bazerman
Organizadoras:Angela
Paiva
Dionísio
e
Judith
Chambliss
Hoffnagel
Uma
conseqüência
da
história
de
letramento
em
que
nos
encontramos
inseridos
é
que
nossa
escrita
ocorre
cada
vez
mais
em
um
contexto
de
outras
escritas,
às
quais
se
refere.
(...)
Uma
outra
conseqüência
é
que
os
textos
chegam
a
mediar
algumas
de
nossas
relações
sociais
mais
importantes.
Os
humanos
são
criaturas
profundamente
sociais,
como
o
são
muitos
outros
animais;
contudo,
a
linguagem
estendeu
os
meios
da
interação
social,
aprofundando
e
tornando
mais
complexas
nossas
relações
uns
com
os
outros.
A
escrita
tem
desenvolvido
mais
ainda
essas
possibilidades,
usando
tanto
a
nossa
sociabilidade
quanto
a
nossa
linguagem.
Contudo
ela
transforma
ambas,
fazendo
exigências
especiais
à
pessoa
em
desenvolvimento
para
aprender
como
mediar
as
relações
sociais
através
da
linguagem
e
depois,
através
da
linguagem
escrita.
Contudo,
se a
escrita
medeia
as
relações
sociais
dentro
de
situações
específicas,
não
está
sempre
claro
de
que
consistem
esses
encontros
interacionais,
uma
vez
que
o
escritor
e o
leitor
estão
normalmente
localizados
em
diferentes
lugares
no
tempo
e no
espaço.
Mesmo
nos
encontros
falados
face
a
face,
as
pessoas
têm
percepções
individuais
do
que
está
acontecendo
e
sobre
a
natureza
da
interação.
Então
de
que
maneira
podemos
dizer
que
a
interação
ocorre
em
circunstâncias
mutuamente
inteligíveis?
(...)
As
recompensas
práticas
no
ensino
e na
aprendizagem
da
escrita
mantêm
meu
contínuo
retorno
às
teorias
e
pesquisas
das
ciências
humanas
contemporâneas.
Ao
lutar
com
o
que
a
escrita
é,
como
a
aprendemos,
o
que
acontece
conosco
quando
a
aprendemos
e
com
os
usos
e
conseqüências
sociais
mais
amplos
dessa
aprendizagem,
tenho
considerado
úteis
os
conhecimentos
de
psicólogos,
psiquiatras,
antropólogos,
sociólogos,
historiadores,
retóricos,
estudiosos
literários
e
lingüistas,
mas
são
as
questões
da
escrita
– o
desenvolvimento
da
escrita,
a
evolução
da
escrita
em
sociedade
e
mais
recentemente
o
ensino
da
escrita
–
que
fornecem
as
estrelas
guias
da
minha
pesquisa
e
teoria.
|
|
 |
Gêneros
Textuais,
Tipificação
e
Interação
Autor:
Charles
Bazerman
Organizadoras:Angela
Paiva
Dionísio
e
Judith
Chambliss
Hoffnagel
Esta
coletânea
de
textos
do
lingüista
norte-americano
Charles
Bazerman
deverá
significar
para
os
estudiosos
brasileiros
de
gêneros
textuais
uma
oxigenação
na
reflexão
teórica
e na
atividade
de
ensino.Trata-se
de
uma
enriquecedora
contribuição
ao
lado
das
tradições
teóricas
formais,
sócio-discursivas,
funcionalistas,
sócio-interativas
e
didático-pedagógicas
existentes
entre
nós.
Os
textos
introduzem
uma
extensa
série
de
autores
e
posições
pouco
conhecidos
entre
nós,
o
que
por
si
só
já
vale
a
leitura.
Nesta
obra,
o
debate
sobre
as
formas
textuais
típicas
de
cada
atividade
socialamplia-se
para
além
das
fronteiras
já
conhecidas
e
recebe
uma
renovação
de
tratamento
não
apenas
teórica,
mas
temática
e
metodológica.
Estes
ensaios
oferecem
rica
e
sólida
base
para
análises
que
se
ocupam
com
a
investigação
retórica,
histórica
e
interativa
dos
gêneros
na
relação
dos
indivíduos
com
a
realidade
institucional,
o
que
tem
como
conseqüência
uma
visão
menos
delimitada
e
mais
dinâmica
da
tipificação,
não
trabalhando
o
gênero
individual,
mas
um
conjunto
de
gêneros.
Uma
das
conseqüências
diretas
deste
tipo
de
olhar
para
o
ensino a
idéia
de
que
não
se
ensina
um
gênero
como
tal
e
sim
se
trabalha
com
a
compreensão
de
seu
funcionamento
na
sociedade
e na
sua
relação
com
os
indivíduos
situados
naquela
cultura
e em
suas
instituições.
É
por
isso
que
Bazerman
interessa-se
pelo
aspecto
sociopolítico
envolvido
nas
formas
textuais
típicas
que
comandam
nossas
ações
diárias. |
 |
Gênero,
Agência
e
Escrita
Autor:
Charles
Bazerman
Organizadoras:Angela
Paiva
Dionísio
e
Judith
Chambliss
Hoffnagel
abordagem
de
gênero
apresentada
vai
além
do
gênero
como
um
constructo
formal,
para
vê-lo
como
ação
tipificada
pela
qual
podemos
tornar
nossas
intenções
e
sentidos
inteligíveis
para
outros.
Como
resultado,
gênero
dá
forma
a
nossas
ações
e
intenções.
É um
meio
de
agência
e
não
pode
ser
ensinado
divorciado
da
ação
e
das
situações
dentro
das
quais
aquelas
ações
são
significativas
e
motivadoras.
Assim
como
ações,
intenções
e
situações
humanas,
uma
teoria
de
gênero
precisa
ser
dinâmica
e
estar
sempre
mudando.
Essa
teoria
precisa
incorporar
a
criatividade
improvisatória
das
pessoas
na
interpretação
de
suas
situações,
na
identificação
de
suas
metas,
no
uso
de
novos
recursos
para
alcançá-las
e na
transformação
das
situações
através
de
seus
atos
criativos.
Esse
caráter
dinâmico,
interativo
e
agentivo
do
uso
dos
gêneros
escritos
significa
que
no
centro
de
nossa
teoria
devem
estar
pessoas
que
querem
realizar
coisas
através
da
escrita
num
mundo
em
mudança.
(...)
A
abordagem
social
de
gênero
transforma-o
em
uma
ação
social,
e
assim
em
uma
ferramenta
de
agência.
O
truque
na
sala
de
aula
é
tornar
viva
aquela
agência
para
os
alunos,
para
que
eles
percebam
que
a
escrita
é
uma
poderosa
ferramenta
para
a
formação
e o
desempenho
de
intenções
em
todas
as
esferas
de
atividade.
Em
todos
os
capítulos
deste
livro,
tenho
procurado
meios
para
levar
o
ensino
de
gênero
para
além
de
um
exercício
de
formas
e a
asserção
mortal
da
tradição
e
autoridade
para
um
expressivo
de
ações
significativas
no
momento,
para
que
os
alunos
se
tornem
comprometidos
com
sua
escrita
e se
esforcem
para
que
seus
textos
possam
se
realizar
ao
máximo.
|
 |
Trilhas
da
Escrita
–
Autoria,
Leitura
e
Ensino
Autor:
Eduardo
Calil
(org).
A
escritura
deixa
seus
rastros
pelas
trilhas
percorridas
por
aqueles
que
escrevem
e
lêem,
marcando
ai
subjetividades
que
sofrem
efeitos
imprevisíveis
e
singulares.
As
questões
voltadas
às
relações
do
sujeito
com
a
escritura,
tratadas
neste
livro
de
forma
dinâmica
e
aprofundada,
têm
sido
de
interesse
de
profissionais
ligados
á
educação,
aquisição
de
linguagem,
lingüística,
psicanálise,
crítica
genética
e à
análise
do
discurso.
Nesta
obra,
o
leitor
poderá
se
confrontar
com
singularidades
e
imprevisibilidades
de
manuscritos
escolares,
com
problemas
de
autoria
no
ensino
superior
e
processos
de
escritura
na
Internet.Estes
diferentes
recortes
permitirão
a
análise
da
heterogeneidade
dos
processos
envolvidos,
ampliando
o
leque
de
interpretações
oferecidas
aos
problemas
enfrentados
pelo
sujeito
diante
da
dureza
do
texto.
|
EDITORA
DA UFSC
http://www.editora.ufsc.br/
 |
Linguagem e
Gênero no trabalho, na mídia e em outros contextos.
Viviane Maria Heberle, Ana Cristina Ostermann e Débora de Carvalho
Figueiredo (Org.)
Florianópolis: Ed. da UFSC, 2006
A
presente coletânea, ao reunir estudos desenvolvidos por
pesquisadoras e pesquisadores de várias universidades
brasileiras interessadas e interessados em questões de
gênero social e suas relações com o discurso oral e/ou
escrito, caracteriza-se como um trabalho inovador no
contexto acadêmico brasileiro. O tema linguagem e gênero
é explorado em diferentes contextos socioculturais a
partir de abordagens teóricas distintas. A obra
insere-se na interfase entre os estudos
lingüísticos/discursivos e de gênero social, reunindo em
uma só coletânea pesquisas voltadas à complexidade das
relações entre linguagem e gênero. Devido à
multiplicidade de abordagens teóricas e de contextos de
investigação o livro destina-se não somente ao público
acadêmico de graduação e pós-graduação da área de
Lingüística e Letras, como também a profissionais e
estudantes de outras áreas dedicadas À articulação entre
linguagem e sociedade, tais como Antropologia, Educação,
Sociologia, Comunicação, História e Cinema.
|
EDITORA
DA UNISUL
http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0603/00.htm
 |
Gêneros
textuais
e
ensino-aprendizagem
Adair
Bonini
Maria
Marta
Furlanetto
(Organizadores)
A
presente
edição
temática
de
Linguagem
em (Dis)curso
– com o
tópico
Gêneros
textuais
e
ensino-aprendizagem
– é a
concretização
de uma
das
metas
traçadas
para o
biênio
2004-2006
pelo GT
de
Lingüística
Aplicada
(GT-LA)
da
Associação
Nacional
de
Pós-Graduação
e
Pesquisa
em
Letras e
Lingüística
(ANPOLL)
–
subgrupo
"Teorias
de
gênero
em
práticas
sociais"...
O GT-LA
é
composto
dos
seguintes
subgrupos:
(1)
Ensino-aprendizagem
de
línguas,
(2)
Teorias
de
gênero e
(3)
Formação
de
professores.
Com o
presente
tema,
privilegia-se
o lugar
dos
gêneros
na ação
pedagógica
de
ensino/aprendizagem
de
línguas
(LE e LM:
leitura,
produção
textual,
avaliação
e
elaboração
de
material
didático,
etc.),
reunindo
substanciais
experiências
e
reflexões
de
pesquisa
de
estudiosos
de
várias
instituições
brasileiras.
Espera-se
que
esses
trabalhos
possam
subsidiar
atividades
de
professores
de
língua
materna
e de
língua
estrangeira,
bem como
os
trabalhos
de
professores
e
pesquisadores
dos
cursos
de
pós-graduação
e seus
pós-graduandos.
A
divulgação
de tais
trabalhos
reflete
a
intenção
do grupo
de ir
além da
pura
elaboração
teórica
para
pensar o
modo
como as
teorias
relacionadas
ao
conceito
de
gênero
textual
podem
ajudar a
transformar
o ensino
de
línguas
e
linguagem
no
Brasil.
Ao
trazer a
público
essa
produção
acadêmica,
o grupo
também
tem em
conta a
necessidade
de se
aumentar
a
visibilidade
da
Lingüística
Aplicada
no país. |
 |
O contexto Refletido:
vozes sobrepostas de um diálogo
Ingo Voese
Quais
as condições fundamentais da produção e da apreensão do
discurso? Que determinações sociais operam para que se
processe a apropriação de vozes e a interpretação – em
suma, para que se efetive a interação humana com o
discurso e sobre o discurso? Neste livro, que inaugura a
Coleção Linguagens do Mestrado em Ciências da Linguagem
da UNISUL, o autor busca compreender a complexa relação
entre o que está posto como contexto e o que está
sendo produzido por aquele que se enuncia, que sofre a
injunção de fazer escolhas e apropriar-se de vozes que
circulam na sociedade, produzindo um discurso
constitutivamente dialógico. Trabalhando com gêneros do
humor irônico, o autor busca compreender e explicitar o
modo de organização social em determinado contexto
sociopolítico.
|
 |
Cazuza no vídeo o tempo não pára.
Jussara Bittencourt de Sá
O
livro tem como ponto de partida o vídeo O tempo não
pára, de 1989, que registra momentos da vida pública e
privada de Cazuza. "Meu pensamento inicial foi o de
trabalhar algumas letras de suas canções, enquanto
poemas, por retratarem a capacidade que tinha Cazuza de
transitar por estilos diversos sem perder suas
características de compositor, mas preocupado com o seu
tempo e as encruzilhadas dos sentimentos de uma geração
sem referência", diz a autora. Ao iniciar a pesquisa, no
entanto, ela se deparou com uma multiplicidade e
diversidade de sentidos e optou por trabalhar também com
a linguagem visual de Cazuza. Jussara não deixa de
evidenciar a espetacularização da morte de Cazuza pela
mídia. “Se por um lado a arte de Cazuza foi produto da
indústria cultural, por outro lado a personalidade de
Cazuza se sobrepôs a esta, pois Cazuza soube muito bem
como se utilizar dessa mesma indústria”. A autora
acrescenta: “Estilo despojado, atitudes não
convencionais e canções irreverentes constituíam algumas
das marcas do trabalho de Cazuza, refletindo-se nas
posições assumidas pelo homem público que terminava seus
dias como personagem de suas próprias canções.” Continua
a autora: “A leitura que proponho procura evidenciar que
escrever sobre Cazuza e suas canções que anunciam e
denunciam as possibilidades e os limites da vida humana
nos fazem repensar a nossa trajetória, como num jogo de
espelhos. Se as ciências aliadas às tecnologias não
deram conta (ainda?) da nossa efemeridade, creio que a
arte sim”. Por isso a permanência da arte de Cazuza,
ressalta Jussara.
|
EDUCS
http://www.ucs.br/
 |
Competência
discursiva
e
gêneros
textuais:
uma
experiência
com
o
jornal
de
sala
de
aula.
Marcos
Baltar.
2.
ed.
rev.
Caxias
do
Sul:
EDUCS-RS,
2006.
173
p.
Este
livro,
adaptação
de
uma
tese
de
doutorado,
foi
publicado
inicialmente
em
2004
e
ganha
sua
segunda
edição
em
2006.
A
obra
possibilita
interessantes
reflexões
aos
envolvidos
com
o
ensino
de
linguagem,
em
especial
aos
interessados
em
produção
textual
no
ensino
básico.
Trata-se
do
relato,
e
conseqüente
análise,
de
uma
experiência
de
ensinagem
por
intermédio
da
produção
de
jornais,
em
duas
escolas
públicas
de
Porto
Alegre.
Ao
recorrer
às
noções
de
competência
discursiva
(mais
explicitada
nessa
edição,
p.48),
gênero
textual
e
projeto
didático,
Baltar
constrói
uma
experiência
inovadora
e
diametralmente
oposta
à
tradicional
concepção
de
ensino
de
produção
de
texto.
Outro
público
leitor
que
poderá
se
beneficiar
desse
material
são
os
pesquisadores
do
ensino
de
linguagem
e da
educação
de
modo
geral,
bem
como
os
analistas
do
texto
e do
discurso. |
EDUFU
http://www.edufu.ufu.br/
 |
O
aspecto
verbal
no
Português:
a
categoria
e
sua
expressão
Luiz
Carlos
Travaglia
Uberlândia:EDUFU,
2006.
282
p.
Em O
aspecto
verbal
no
Português:
a
categoria
e
sua
expressão
por
meio
de
farta
exemplicação,
você
aprenderá
muito
sobre
uma
categoria
do
verbo
que
é
pouco
estudada:
o
ASPECTO.
Assim,
estará
apto
a
exprimir
e
compreender
melhor
as
nuanças
de
significação
relacionadas
com
a
duração
e as
fases
das
situações
expressas
pelos
verbos,
bem
como
as
possibilidades
de
sentido
relacionadas
a
estas
noções
aspectuais,
utilizando
melhor
a
língua
na
produção
e
compreensão
de
textos.
Este
livro
é de
grande
interesse
para
todos
os
que
trabalham
com
o
texto
falado
e
escrito
(professores,
jornalistas
e
outros),
bem
como
para
os
que
se
interessam
pelo
estudo
do
verbo
no
Português. |
 |
Tradução
Retextualização:
A
tradução
numa
perspectiva
textual
Neuza
Gonçalves
Travaglia
Uberlândia,
EDUFU,
2003.
239
p.
Tradução
Retextualização:
a
tradução
numa
perspectiva
textual
é
uma
obra
indispensável
a
quem
trabalha
com
tradução
ou
se
interessa
por
tradução.
Essa
condição
de
obra
necessária
se
estabelece
quando
é
proposta
uma
teoria
textual
e
discursiva
para
a
tradução,
que
configura
a
atividade
tradutória
como
uma
"retextualização"
e
trata
da
mesma
como
um
trabalho
com
o
texto.
Além
disso
pelas
posições
tomadas
pela
autora
o
livro
interessa
a
todos
que
trabalham
com
o
texto.
|
Lawrence Erlbaum Associates
http://www.erlbaum.com/ME2/Default.asp
 |
Handbook of
Research on Writing - History, Society, School, Individual, Text.
Bazerman,
Charles
(ed.)
Lawrence
Erlbaum Associates, 2007.
The Handbook of Research on Writing
ventures to sum up inquiry over the last few decades on what we know
about writing and the many ways we
know it: How do people write? How
do they learn to write and develop as
writers? Under what conditions and
for what purposes do people write?
What resources and technologies do
we use to write? How did our current
forms and practices of writing
emerge within social history? What impacts has writing had on society and
the individual? What does it mean to be and to learn to be an active participant
in contemporary systems of meaning?
This cornerstone volume advances the field by aggregating the broad ranging,
interdisciplinary, multidimensional strands of writing research and
bringing them together into a common intellectual space. Endeavouring to
synthesize what has been learned about writing in all nations in recent decades,
it reflects a wide scope of international research activity, with attention
to writing at all levels of schooling and in all life situations. Chapter
authors, all eminent researchers, come from disciplines as diverse as
anthropology,
archaeology, typography, communication studies, linguistics,
journalism, sociology, rhetoric, composition, law, medicine, education, history,
and literacy studies. The Handbook’s 37 chapters are organized in five
sections: The History of Writing; Writing in Society; Writing in Schooling;
Writing and the Individual; and Writing as Text.
This volume, in summing up what is known about writing, deepens our
experience and appreciation of writing—in ways that will make teachers
better at teaching writing and all of its readers better as individual writers.
It will be interesting and useful to scholars and researchers of writing, to
anyone who teaches writing in any context at any level, and to all those who
are just curious about writing. |
LUCERNA
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 |
Lingua(gem),
texto,
discurso:
entre
a
reflexão
e a
prática
–
volume
1
Organizadora:
Glaucia
Muniz
Proença
Lara
O
livro
traz
a
público
um
amplo
painel
das
possibilidades
e
contribuições
teóricas
e
aplicadas
dos
estudos
sobre
o
discurso.
Trata-se
do
primeiro
volume
da
obra
sobre
assunto
que
vem
crescentemente
atraindo
o
interesse
de
lingüistas,
educadores,
especialistas
em
comunicação
e
demais
profissionais
interessados
em
linguagem
e
discurso.
A
obra
possui
três
vertentes
que
se
complementam.
A
primeira
parte
aborda
preocupações
mais
teóricas
e
temas
como
a
paródia;
a
construção
do
sentido;
os
gêneros
transgressivos;
a
conceituação
de
texto,
hipertexto
e
contexto;
o
enfoque
da
linguagem
como
espaço
de
apreensão
do
mundo;
as
estratégias
de
organização
do
discurso.
Já a
segunda
linha
crítica
enfoca
textos
sobre
livros
didáticos;
as
funções
do
texto
em
sala
de
aula;
o
ensino
da
Língua
Portuguesa
na
instituição
escolar
brasileira
nos
primeiros
anos
da
República.
E,
por
último,
os
artigos
voltados
para
a
análise
do
discurso
especificamente
na
sala
de
aula:
as
redações
de
vestibulandos,
sua
capacidade
de
produzir
textos
e os
estereótipos
presentes
em
sua
produção
escrita;
a
competência
de
articulação
dos
constituintes
discursivos;
o
comportamento
enunciativo
de
professores
e
discentes
em
sala
de
aula. |
 |
Lingua(gem),
texto
e
discurso:
entre
a
reflexão
e a
prática –
volume
2
Organizadora:
Ana
Cristina
Fricke
Matte
Este
segundo
volume
completa
uma
coleção
de
textos
cujo
amplo
escopo
abarca
diferentes
contribuições
teóricas
e
aplicadas
dos
estudos
sobre
o
texto/discurso.
Um
assunto
que
vem
crescentemente
atraindo
o
interesse
de
lingüistas,
educadores,
especialistas
em
comunicação
e
demais
profissionais
interessados
em
questões
de
linguagem.
A
presente
obra
possui
duas
vertentes
complementares.
O
primeiro
conjunto
cerca
a
questão
do
texto/discurso
no
ensino
de
língua
materna
e
segunda
língua:
letramento
e
semiótica;
estratégias
de
textualização;
diálogo
entre
discursos;
formação
de
professores;
habilidades
orais;
ensino/aprendizagem
multi-modal;
currículo
contemporâneo.
A
segunda
parte
dos
artigos
focaliza
a
aspectualização/aspecto
no
texto/discurso
em
obras
orais
e
escritas:
os
efeitos
produzidos
por
continuidades
e
rupturas
musicais;
a
lógica
do
tempo
na
narrativa;
a
narrativa
e o
narrador
no
cinema;
cristalização
e
corporificarão
do
tempo
na
canção/texto;
o
espaço
como
dimensão
da
linguagem;
tempo,
espaço
e
pessoa
na
publicidade.
Os
objetos
analisados
compõem
um
quadro
bastante
completo
das
atuais
preocupações
do
campo
dos
estudos
lingüísticos
do
texto
e do
discurso:
literatura,
canção,
cinema,
publicidade
e
outros
gêneros
textuais
são
aqui
abordados,
segundo
as
diferentes
correntes
teóricas,
o
que
favorece
um
olhar
interdisciplinar
e
instigante
sobre
o
texto/discurso |
 |
Fenômenos
da
linguagem:
reflexões
semânticas
e
discursivas
Luiz
Antônio
Marcuschi
Este
novo
volume
da
Série
Dispersos
vem
se
juntar ao
esforço
da
Editora
Lucerna
de
contribuir
para
a
difusão
da
língua
portuguesa
e
para
o
melhor
conhecimento
do
seu
tesouro
expressional,
trazendo
ao
leitor
contemporâneo
renovada
oportunidade
de
estudos
sobre
o
tema.
Nesta
obra,
Luiz
Antônio
Marcuschi
reúne
alguns
textos
que
escreveu
ao
longo
dos
últimos
anos,
muitos
dos
quais
provenientes
de
sua
participação
em
congressos
e
seminários
de
Lingüística.
Vários
deles
foram
publicados,
primeiramente,
em
revistas
universitárias
brasileiras,
cuja
regularidade
e
distribuição,
como
sempre
acontece
com
publicações
desse
tipo,
são,
em
geral,
muito
precárias.
Por
isso,
pesquisadores
da
área,
professores
e
alunos,
há
muito
se
ressentem
da
falta
desses
textos
que,
agora,
se
apresentam
nesta
coletânea.
Fenômenos
da
linguagem:
reflexões
semânticas
e
discursivas
constitui
uma
excelente
oportunidade
para
conhecer
ou
revisitar
alguns
temas
polêmicos
da
Lingüística,
vistos
pela
análise
penetrante
de
Luiz
Antônio
Marcuschi,
um
lingüista
à
frente
de
seu
tempo |
 |
Internet
&
Ensino:
novos
gêneros,
outros
desafios
Organizador:
Júlio
César
Araújo
As
propriedades
do
mundo
digital
não
só
vão
demandar
ainda
muitas
investigações
como
criam,
para
os
usuários,
novas
práticas
de
linguagem
e
novos
letramentos
que
apenas
começam
a
ser
estudados.
Como
interagimos
num
chat?
Que
estilos
podemos
adotar
nos
emails?
Como
se
organiza
o
internetês?
Como
lemos
e
navegamos
por
hipertextos?
Que
novos
procedimentos
de
escrita
as
ferramentas
computacionais
viabilizam?
Como
se
produz
um
infográfico?
Nesse
sentido,
estudar
as
práticas
de
linguagem
e os
letramentos
em
ambiente
digital
é
crucial
para
o
ensino
de
línguas
e
linguagens
na
contemporaneidade
e
terá
impacto
de
médio
prazo
nas
práticas
didáticas.
Um
livro
como
este,
que
reúne
pesquisadores
brasileiros
renomados,
tanto
no
campo
das
teorias
de
gêneros
como
no
de
ensino
de
línguas,
escrevendo
sobre
todas
estas
questões
– e
ainda
sobre
muitas
outras
– de
maneira
simples
e
acessível
ao
leigo
e
especialmente
direcionada
aos
professores
de
línguas,
é
uma
grande
contribuição
para
a
compreensão
desses
fenômenos
e
para
a
incorporação
dessa
nova
realidade
ao
ensino.
Roxane
Rojo
–
Iel/ |
 |
Texto e discurso sob múltiplos olhares- volume 1
Organizadoras:
Mônica Magalhães Cavalcante
Maria Helenice Araújo Costa
Vicência Freitas Jaguaribe
Valdinar Custódio Filho
Este é o primeiro volume da obra Texto e discurso sob múltiplos olhares,
coletânea em dois volumes, apresentando estudos sobre o texto e o discurso,
desenvolvidas por pesquisadores do PROTEXTO, junto ao Programa de Pós-Graduação
em Lingüística da UFC, mas que agrega estudiosos vinculados a outras universidades
brasileiras.
Nesta
primeira
parte
da
obra
que
agora
vem
a
lume,
estão
distribuídas
de
forma
coesa
as
pesquisas
relativas
a
gêneros
e
seqüências
textuais,
que
buscam
investigar
questões
fundamentais
para
se
entender
a
problemática
dessa
área
temática:
de
um
lado,
a
relação
gênero-suporte;
o
estilo,
a
organização
retórica
e a
instabilidade
como
elementos
constitutivos
do
gênero;
de
outro,
a
organização
prototípica
das
seqüências
narrativa
e
argumentativa.
O
olhar
dos
pesquisadores,
inspirados
em
diferentes
perspectivas
de
análise,
detém-se
na
análise
dos
gêneros
anúncio
publicitário,
piada,
nota
jornalística,
editoriais
de
jornal,
artigo
de
opinião
e
acórdão,
para
apresentar
uma
significativa
produção
que
vem
assumindo
um
lugar
relevante
no
panorama
nacional. |
 |
Transitividade
e
seus
contextos
de
uso
Organizadoras:
Maria
Angélica
Furtado
da
Cunha
Maria
Medianeira
de
Souza
A
transitividade
tem
sido
investigada
sob
diferentes
olhares
teóricos,
afiliados
a
correntes
formalistas
ou
funcionalistas.
Neste
livro,
a
ótica
adotada
é a
funcionalista,
tomando-se
a
língua
como
uma
atividade
social
enraizada
no
uso
cotidiano
e
condicionada
por
pressões
advindas
de
situações
de
interação
variadas,
e a
gramática
como
uma
estrutura
dinâmica
e
maleável,
que
emerge
das
situações
cotidianas
de
interação.
Com
o
objetivo
de
trazer
a
público,
em
uma
linguagem
clara
e
acessível,
análises
e
reflexões
a
respeito
da
transitividade
no
português
brasileiro,
as
autoras
põem
à
disposição
de
leitores
e
leitoras
iniciantes
nos
estudos
do
funcionalismo
lingüístico
um
conjunto
de
conceitos
e
perspectivas
de
análise
relativos
à
transitividade,
bem
como
propostas
para
a
aplicação
prática
desses
conceitos
e
perspectivas,
tendo
como
pano
de
fundo
textos
de
natureza
vária,
produzidos
nas
modalidades
oral
e
escrita
da
língua.
Primeiro
livro
da
Coleção
Tópicos
em
Linguagem
destinada
a
alunos
e
professores
de
Letras,
Lingüística,
Educação,
Antropologia,
Sociologia,
Psicologia
e
demais
interessados
nos
estudos
da
linguagem.
O
objetivo
da
coleção
é
contemplar
temas
e
indagações
de
interesse
para
o
estudo
e a
pesquisa
sobre
língua
e
linguagem
nos
seus
diversos
planos. |
 |
Práticas
de
Leitura
e
elementos
para
a
atuação
docente
Autor:
Émerson
de
Pietri
Concepções
e
práticas
pedagógicas
de
leitura
constituem
um
binômio,
dentro
do
qual
se
movimentam
os
capítulos
deste
livro.
Em
cada
um
desses
dois
campos
de
estudo
movem-se
as
categorias
com
as
quais
Émerson
de
Pietri
observa
a
relação
leitor-texto.
Duas
concepções
se
distinguem,
segundo
o
foco
da
observação
seja
o
leitor
ou o
texto.
A
primeira
concepção,
de
inspiração
cognitiva,
focaliza
o
leitor
e
sua
relação
com
três
tipos
de
conhecimentos
necessários
para
a
compreensão
do
texto:
o
conhecimento
do
sistema
lingüístico
e
seu
funcionamento,
o
conhecimento
textual
e o
conhecimento
de
mundo.
A
segunda
concepção,
de
inspiração
sócio-cultural,
observa
o
texto,
com
ênfase
no
papel
social
dos
agentes
(autor,
editor
e
instâncias
sociais)
envolvidos
na
sua
elaboração,
fabricação
e
disponibilização
enquanto
material
escrito.
Nesse
contexto,
Émerson
reconhece
ser
a
mediação
do
professor
fundamental
para
a
formação
de
leitor
proficiente,
pois
ele
“ocupa
o
mesmo
lugar
do
editor
em
seu
trabalho
histórico
de
formação
de
objetos
e de
práticas
de
leitura”.
Coleção
"Tópicos
em
Linguagem". |
 |
Interação
na
Internet:
novas
formas
de
usar
a
linguagem
Organizadores:
Júlio
César
Araújo
e
Bernardete
Biasi-Rodrigues
Desde
o
seu
aparecimento,
a
Internet
tem
penetrado
de
maneira
impressionante
no
cotidiano
das
pessoas.
E,
conseqüentemente,
vem
despertando
o
interesse
de
diferentes
áreas
do
conhecimento.
Em
Interação
na
Internet:
Novas
Formas
de
Usar
a
Linguagem,
Júlio
César
Araújo
e
Bernardete
Biasi-Rodrigues
reuniram
dez
ensaios
de
pesquisadores
brasileiros
que
têm
dedicado
seu
tempo
ao
estudo
das
questões
ligadas
à
Internet.
São
investigações
ligadas
às
mudanças
nas
relações
de
comunicação,
aos
gêneros
textuais
e ao
uso
lingüístico
tanto
na
escrita
como
nas
relações
interpessoais,
todas
observadas
à
partir
da
“grande
rede”.
Com
uma
linguagem
que
visa
alcançar
um
público
mais
amplo,
não
especializado,
sem
abrir
mão
da
qualidade,
a
coletânea
se
divide
em
duas
partes.
Na
primeira,
o
foco
se
volta
para
os
gêneros
mais
interativos,
como
os
fóruns
de
discussão
on-line,
os
chats
e a
relação
entre
oralidade
e
escrita
nesse
espaço.
Na
segunda
parte,
as
pesquisas
se
voltam
para
as
questões
da
leitura
do
hipertexto
e
para
o
ensino
da
língua
–
tanto
da
materna
como
da
estrangeira.
Ao
longo
de
Interação
na
Internet
o
leitor
irá
perceber
o
quanto
as
condições
externas
(sociais,
culturais,
históricas
e
tecnológicas)
exercem
papel
fundamental
sobre
o
uso
da
língua.
Levando-se
em
conta
que
a
informatização
se
faz
presente
no
dia-a-dia
dos
indivíduos,
nos
mais
simples
gestos,
abre-se
aqui
uma
linha
de
estudos
fundamental,
que
interessa
não
apenas
a
lingüistas,
mas
também
a
educadores,
psicólogos,
sociólogos,
antropólogos,
historiadores,
filósofos...
enfim,
“ninguém
mais
pode
ignorar
esse
admirável
novo
espaço
da
comunicação
digital." |
 |
Princípios
de
Morfologia
-
visão
sincrônica
Autor:
Horácio
Rolim
de
Freitas
Uma
obra
vitoriosa,
não
só
pela
clara
e
bem
fundamentada
exposição
teórica
dos
assuntos
pertinentes
a um
tratado
do
gênero,
mas
ainda
por
trazer
à
discussão
problemas
que,
pela
sua
complexidade,
nem
sempre
aparecem
em
manuais,
ausência
que
leva
certa
perplexidade
a
quem
se
que
enfronhar
no
campo
da
morfologia
em
geral
e da
morfologia
do
português
em
especial.
Para
tanto,
o
Autor,
cônscio
dessas
dificuldades,
arma-se
de
uma
moderna
criteriosa
bibliografia,
discute-as
com
a
seriedade
e
serenidade
de
um
cientista
e,
ao
fim,
opta
pela
solução
que
lhe
parece
mais
plausível
a
uma
obra
que
se
destina
a
professores
e
alunos
que
têm
de
ensinar
e
aprender
os
princípios
fundamentais
de
morfologia.
No
permanente
afã
de
melhoramentos,
esta
5a
edição
pela
Editora
Lucerna
traz,
revistos
e
ampliados,
os
capítulos
sobre
tipos
de
morfemas,
flexão
de
gênero
e
morfologia
verbal.
A
isto
foram
acrescentados
capítulos
sobre
flexão
de
número
e
derivação
sufixal.
Enriquecem
ainda
a 5a
edição
exercícios,
com
os
quais
o
Autor,
muito
avisadamente,
aproxima
a
teoria
à
prática
de
análise
mórfica. |
 |
Gêneros
Textuais:
Reflexões
e
Ensino
Organizadores:
Acir
Mario
Karwoski
Beatriz
Gaydeczka
Karim
Siebeneicher
Brito
2ª
edição
revista
e
ampliada
– A
obra
Gêneros
Textuais:
Reflexões
e
Ensino
contempla
relatos
de
pesquisas
e
instigantes
reflexões
realizados
em
diversas
universidades
brasileiras,
a
fim
de
que
seja
possível
contribuir
para
lançar
novos
olhares
sobre
questões
relacionadas
aos
gêneros
textuais
que,
segundo
o
Prof.
Luiz
Antônio
Marcuschi
(UFPE)
são
um
tipo
de
“gramática
social”,
isto
é,
uma
gramática
da
enunciação.
O
binômio
reflexão
e
ensino
é a
linha
que
norteia
os
demais
artigos
nas
suas
mais
diferentes
abordagens,
como
é o
caso
da
análise
dos
gêneros
multimodais
e do
multiletramento;
da
questão
dos
gêneros
discursivos
no
contexto
do
ensino
da
leitura
e da
produção
de
textos;
dos
gêneros
do
jornal;
da
produção
de
materiais
didáticos
para
a
Educação
de
Jovens
e
Adultos
ou,
ainda,
do
letramento
digital
e
sua
relação
com
os
gêneros
do
discurso.
Graças
à
qualidade
dos
estudos
publicados
e à
forma
de
sua
apresentação,
o
livro
vem
obtendo
excelente
aceitação.
Esta
segunda
edição,
revista
e
ampliada,
tem
por
objetivo
continuar
incentivando
estudantes
e
professores
e
demais
estudiosos
da
linguagem
a
iniciarem
ou
aprofundarem
as
pesquisas
acerca
dos
gêneros
textuais,
colocando
à
sua
disposição
alguns
textos
com
grande
valor
(in)formativo. |
 |
Cognição,
linguagem
e
práticas
interacionais
Autor:
Luiz
Antônio
Marcuschi
“Se
eu
afirmasse
aqui
que
o
processo
referencial
é
muito
mais
uma
questão
etnográfica
do
que
uma
questão
semântica
e
epistemológica,
de
que
tamanho
seria
a
heresia?
Imagino
que
para
os
devotos
das
teorias
semânticas
vericondicionais
eu
deveria
tirar
umas
longas
férias
distante
da
comunidade
lingüística
e
para
os
interacionistas
e
sócio-cognitivistas
eu
seria
elevado
ao
status
de
guru.”
Atos
de
referenciação
na
interação
face
a
face.
“No
meu
entender,
os
desafios
mais
sérios
do
hipertexto
estão
na
área
do
ensino
e
não
de
sua
produção,
porque
esta
já
está
relativamente
clara
e
seus
problemas
são
mais
de
tecnologia
que
de
conceituação.
No
ensino
não
é
assim.
O
hipertexto
acarretará
redefinições
curriculares,
revisão
e
identificação
de
fontes,
estabelecimento
de
um
corpo
de
conhecimentos
que
possibilite
a
ordenação
do
fragmentário.
Exigirá
a
solução
dos
problemas
apontados
nas
reflexões
aqui
feitas
sobre
a
relevância
e,
não
por
último,
teremos
que
rever
nossos
sistemas
de
classificação
e
ligação
dos
conhecimentos.
O
hipertexto
é um
ponto
de
chegada
e
não
um
ponto
de
partida
no
caso
do
ensino.”
Linearização,
cognição
e
referência:
o
desafio
do
hipertexto.
“O
mundo
comunicado
é
sempre
fruto
de
uma
ação
cognitiva
e
não
de
uma
identificação
de
realidades
discretas
apreendidas
diretamente.
O
mundo
é um
contínuo
de
sensações
e a
realidade
empírica
não
tem
um
contorno
imediatamente
apreensível.
A
ação
de
discretização
do
mundo
na
forma
como
o
comunicamos
é um
trabalho
sócio-cognitivo
sistemático.
É
neste
contexto
que
vejo
hoje
uma
parte
da
Lingüística
Cognitiva
se
desenvolver.”
Do
código
para
a
cognição:
o
processo
referencial
como
atividade
criativa.
“Gostaria
de
convencer
meu
leitor
de
que
o
problema
central
não
é
saber
se o
mundo
está
pronto,
mobiliado
por
alguma
divindade,
cabendo-nos
captá-lo
conceitualmente,
ou
se o
mundo
tem
uma
ordem
dependente
do
mobiliário
de
nossas
mentes
repletas
de
verdades
a
priori,
mas
sim
como
a
ordem
–
seja
qual
for
– é
percebida,
construída,
comunicada
e
utilizada.
Acredito
que
a
ordem
de
nossos
conhecimentos
e
das
instituições
que
os
suportam
não
é
uma
ordem
natural,
mundana.
É um
ordem
essencialmente
cognitiva
e
interativamente
semiotizada:
uma
ordem
histórica
e
sócio-interativa.”
A
construção
do
mobiliário
do
mundo
e da
mente:
linguagem,
cultura
e
categorização. |
PARÁBOLA
http://www.parabolaeditorial.com.br/
 |
TRABALHOS
DE
PESQUISA:
diários
de
leitura
para
a
revisão
bibliográfica
Anna
Rachel
Machado
Lília
Santos
Abreu-Tardelli
Eliane
Lousada
Este
é o
quarto
volume
da
coleção
"Leitura
e
produção
de
textos
técnicos
e
acadêmicos".
Nesse
volume,
as
autoras
vão
tratar
de
um
assunto
abordado
pela
primeira
vez
num
livro:
a
escrita
do
diário
de
leitura
como
um
instrumento
por
meio
do
qual
se
pode
empreender
a
leitura
de
qualquer
tipo
de
texto
e
produzir
reflexões
e
impressões
escritas.
Depois de
muitos
anos
de
pesquisa
e de
prática
pessoal e
com
seus
alunos,
as
Autoras
estão
convictas de
que
o
diário
de
leitura
constitui
um
novo
espaço
de
diálogo
com o
texto,
um
espaço
totalmente
pessoal,
onde
o
diarista
pode
adotar
uma
linguagem
informal
e se
posicionar
livremente.
Segundo
Anna
Rachel
Machado,
coordenadora
da
coleção, esta
é a
obra
mais
importante
da
sua
carreira!
|
|
 |
Gêneros
catalisadores:
letramento
&
formação
do
professor
Ana
Elisa
de
Arruda
Penteado
Edilaine
Buin
Eliana
Melo
Machado
Moraes
Hugo
Lorenzetti
Neto
Inês
Signorini
João
Beneilson
Maia
Gatinho
Milene
Bazarim
Robson
Santos
de
Carvalho
Wagner
Rodrigues
Silva
Wladimir
Stempniak
Mesko
Este
volume
se
inscreve
no
campo
aplicado
dos
estudos
da
linguagem
e
reúne
trabalhos
sobre
ensino
de
leitura,
produção
escrita
e
análise
lingüística
na
escola
fundamental
e em
cursos
de
formação
continuada
de
professores.
São
trabalhos
que
se
sustentam
em
análises
de
situações
e
materiais
representativos
e
contemplam
tanto
as
demandas
contemporâneas
de
ensino
desses
recursos
do
letramento
escolar
quanto
as
limitações
e
possibilidades
trazidas,
desde
as
últimas
décadas,
pela
massificação
do
ensino
fundamental,
a
proletarização
do
profissional
de
ensino
e a
universalização
do
uso
do
livro
didático. |
 |
Planejar
gêneros
acadêmicos
Anna
Rachel
Machado
Lília
Santos
Abreu-Tardelli
Eliane
Lousada
Depois
de
terem
publicado
Resumo
e
Resenha,
neste
terceiro
volume,
Planejar
gêneros
acadêmicos,
as
autoras
se
concentram
nas
sugestões
gerais
de
produção
de
diferentes
gêneros
acadêmicos/científicos,
naquilo
que
eles
têm
em
comum.
Elas
consideram
justamente
que,
antes
de
qualquer
produção
acadêmica/científica,
há
um
trabalho
anterior
a
ser
desenvolvido
que
envolve
uma
série
de
atividades.
Se
essas
atividades
não
forem
bem
executadas,
dificilmente
se
chegará
a um
produto
final
adequado.
|
Trafford
PUBLISHING
http://www.trafford.com/
 |
Rhetorical
Genre
Studies
and
Beyond
Natasha
Artemeva
Aviva
Freedman
Is
addressed
to
researchers
and
teachers
alike.
Its
purpose
is both
to allow
its
readers
to
refine
their
understanding
of what
it means
to
master
genres
as well
as to
indicate
directions
for the
development
of new
genre
pedagogies.
The
collection
provides
readers
with an
overview
of the
most
recent
developments
in
Rhetorical
Genre
Studies
(RGS)
and
emphasizes
the
importance
of
empirical
research
for the
field.
The
majority
of
chapters
address
issues
of genre
learning
and the
development
of
professional
identities
by
novices
taking
their
first
steps in
the
professions.
The
collection
demonstrates
how a
combination
of RGS
with
other
related
theories
(e.g.,
Activity
Theory,
situated
learning
perspective,
and so
on)
powerfully
illuminates
various
aspects
of genre
learning.
At the
same
time,
the
collection
discusses
other
complementary
theories
and
points
to new
possibilities
not yet
explored
by
researchers
within
the RGS
tradition. |
UTAH
STATE UNIVERSITY
PRESS
http://www.usu.edu/usupress/
 |
Genre
and the
Invention
of the
Writer
Reconsidering
the
Place of
Invention
in
Composition
Anis
Bawarshi
In a
focused
and
compelling
discussion,
Anis
Bawarshi
looks to
genre
theory
for what
it can
contribute
to a
refined
understanding
of
invention.
In
describing
what he
calls "the
genre
function,"
he
explores
what is
at stake
for the
study
and
teaching
of
writing
to
imagine
invention
as a way
that
writers
locate
themselves,
via
genres,
within
various
positions
and
activities.
He
argues,
in fact,
that
invention
is a
process
in which
writers
are
acted
upon by
genres
as much
as they
act
themselves.
Such an
approach
naturally
requires
the
composition
scholar
to
re-place
invention
from the
writer
to the
sites of
action,
the
genres,
in which
the
writer
participates.
This
move
calls
for a
thoroughly
rhetorical
view of
invention,
roughly
in the
tradition
of
Richard
Young,
Janice
Lauer,
and
those
who have
followed
them.
Bawarshi
is also
keenly
interested
in the
writing
classroom.
Instead
of
mastering
notions
of "good"
writing,
Bawarshi
feels
that
students
gain
more
from
learning
how to
adapt
socially
and
rhetorically
as they
move
from one
"genred"
site of
action
to the
next. He
explores
the
major
genres
of the
classroom
(the
syllabus,
the
writing
prompt)
as a way
to
introduce
such an
approach.
He
argues
strongly
and
concretely
for
making
the
rhetorical
art of
adaptation
central
to
first-year
writing
instruction,
empowering
students
to
navigate
disciplinary
and
professional
boundaries
that
await
them
beyond
the
writing
classroom.
A
provocative
and
persuasive
book, Genre
and the
Invention
of the
Writer
will be
of
interest
not only
to genre
theorists,
but also
to the
writing
teacher,
the WPA,
and
those
involved
with WID/WAC
programs |

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Copyright PPGCL/Unisul 2006 © (48) 3621-3369 -
Desenvolvimento: Prof. Dr. Fábio José Rauen |
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