Editoras



Autêntica

cONTEXTO

CONTINUUM

CORTEZ

EDITORA DA UFSC

EDITORA DA UNISUL

EDUCS

EDUFU

Lawrence Erlbaum Associates

LUCERNA

PARÁBOLA

TRAFFORD PUBLISHING

UTAH STATE UNIVERSITY PRESS



AUTÊNTICA

http://www.autenticaeditora.com.br/

 

Linguagem e Educação: fios que se entrecruzam na escola

Editora Autêntica - Belo Horizonte.

Júlio César Araújo; Messias Dieb (Orgs.).

Parece imensamente oportuno, pois, que se reforce o empenho pela pesquisa lingüística de diferentes fenômenos, nomeadamente quando tais fenômenos recobrem o domínio amplo e significativo do texto, do discurso e de suas múltiplas incursões. Essa pretensão está visivelmente presente no livro Linguagem e Educação: fios que se entrecruzam na escola. O próprio título já aponta para a interdependência entre os domínios da linguagem e da educação, de forma a constituir um tecido feito de linhas que se cruzam, que se perpassam mutuamente. Na verdade, a proposta central do livro é pôr em destaque que não se pode pensar educação sem linguagem e que explorar a linguagem representa uma forma de desenvolver nas pessoas suas capacidades para compreenderem melhor o mundo e, assim, atuarem socialmente de forma ampla, crítica, participativa e adequada às situações concretas da interação social. Por isso, o livro está organizado para considerar, em primeiro lugar, a relação entre “Práticas Discursivas e Ensino”; em segundo, entre “Literatura e Ensino” e, por fim, entre “Prática Pedagógica e Legislação Educacional”, cumprindo, assim, de forma tão significativa, áreas ou perspectivas que transcendem em muito as estreitas visões da prescrição lingüística.


CONTEXTO

http://www.editoracontexto.com.br/

 

Análise de discurso crítica

Viviane de Melo Resende

Viviane Ramalho

Com abordagem interdisciplinar, este livro, elaborado com cuidado e rigor, tem como objetivo discutir a teoria e o método em Análise de Discurso Crítica (ADC). Oferece caminhos alternativos para a análise de discurso de diversos tipos de texto, mostrando que muitas categorias de análise tradicionalmente estudadas são convocadas para a criação de sentidos e podem ser reorganizadas numa perspectiva textual/discursiva. De maneira bastante didática, as autoras estabelecem o diálogo entre a Lingüística e as Ciências Sociais e exemplificam o uso possível das categorias de análise da ADC, aplicando-as diretamente a excertos de textos. Obra importante para estudantes e professores de Letras e estudiosos do Discurso.


CONTINUUM

 www.continuumbooks.com

 

Worlds of Written Discourse: A Genre-Based View

Vijay Bhatia

Genre theory in the past few years has contributed immensely to our understanding of the way discourse is used in academic, professional and institutional contexts. However, its development has been constrained by the nature and design of its applications, which have invariably focused on language teaching and learning, or communication training and consultation. This has led to the use of simplified and idealised genres. In contrast to this, the real world of discourse is complex, dynamic and unpredictable. This tension between the real world of written discourse and its representation in applied genre-based literature is the main theme of this book. The book addresses this theme from the perspectives of four rather different worlds: the world of reality, the world of private intentions, the world of analysis and the world of applications. Using examples from a range of situations including advertising, business, academia, economics, law, book introductions, reports, media and fundraising, Bhatia uses discourse analysis to move genre theory away from educational contexts and into the real world. Introduction • Overview: Perspectives on Discourse • The World of Reality • The World of Private Intentions • The World of Analysis • The World of Applications • References

 

  • Baker, Paul, Using Corpora in Discourse Analysis, Continuum, April 2006

  • Gibbons, Pauline, Bridging Discourses in the ESL Classroom: Students, Teachers and Researchers, Continuum, June 2006

  • Halliday, M.A.K and edited by Webster, Jonathan. J, Computational and Quantitative Studies, Continuum, May 2006

  • Halliday, M.A.K and edited by Webster, Jonathan. J, Language of Early Childhood, Continuum, January 2006

  • Halliday, M.A.K and edited by Webster, Jonathan. J, On Language and Linguistics, Continuum, January 2006

  • Halliday, M.A.K and edited by Webster, Jonathan. J, The Language of Science, Continuum, June 2006

  • Martin, J.R and Rose, David, Working with Discourse, Second Edition: Meaning Beyond the Clause, Continuum, February 2007

  • O’Halloran, Kay, Multimodal Discourse Analysis: Systemic Functional Perspectives, Continuum, April 2006

  • Paltridge, Brian, Discourse Analysis: An Introduction, Continuum, December 2006


CORTEZ

http://www.cortezeditora.com.br/

 

Escrita, Gênero e Interação Social

Autor: Charles Bazerman

Organizadoras:Angela Paiva Dionísio e Judith Chambliss Hoffnagel

Uma conseqüência da história de letramento em que nos encontramos inseridos é que nossa escrita ocorre cada vez mais em um contexto de outras escritas, às quais se refere. (...) Uma outra conseqüência é que os textos chegam a mediar algumas de nossas relações sociais mais importantes.  Os humanos são criaturas profundamente sociais, como o são muitos outros animais; contudo, a linguagem estendeu os meios da interação social, aprofundando e tornando mais complexas nossas relações uns com os outros.  A escrita tem desenvolvido mais ainda essas possibilidades, usando tanto a nossa sociabilidade quanto a nossa linguagem.  Contudo ela transforma ambas, fazendo exigências especiais à pessoa em desenvolvimento para aprender como mediar as relações sociais através da linguagem e depois, através da linguagem escrita.

Contudo, se a escrita medeia as relações sociais dentro de situações específicas, não está sempre claro de que consistem esses encontros interacionais, uma vez que o escritor e o leitor estão normalmente localizados em diferentes lugares no tempo e no espaço.  Mesmo nos encontros falados face a face, as pessoas têm percepções individuais do que está acontecendo e sobre a natureza da interação.  Então de que maneira podemos dizer que a interação ocorre em circunstâncias mutuamente inteligíveis?

(...)

As recompensas práticas no ensino e na aprendizagem da escrita mantêm meu contínuo retorno às teorias e pesquisas das ciências humanas contemporâneas.  Ao lutar com o que a escrita é, como a aprendemos, o que acontece conosco quando a aprendemos e com os usos e conseqüências sociais mais amplos dessa aprendizagem, tenho considerado úteis os conhecimentos de psicólogos, psiquiatras, antropólogos, sociólogos, historiadores, retóricos, estudiosos literários e lingüistas, mas são as questões da escrita – o desenvolvimento da escrita, a evolução da escrita em sociedade e mais recentemente o ensino da escrita – que fornecem as estrelas guias da minha pesquisa e teoria.

Gêneros Textuais, Tipificação e Interação

Autor: Charles Bazerman

Organizadoras:Angela Paiva Dionísio e Judith Chambliss Hoffnagel

Esta coletânea de textos do lingüista norte-americano Charles Bazerman deverá significar para os estudiosos brasileiros de gêneros textuais uma oxigenação na reflexão teórica e na atividade de ensino.Trata-se de uma enriquecedora contribuição ao lado das tradições teóricas formais, sócio-discursivas, funcionalistas, sócio-interativas e didático-pedagógicas existentes entre nós. Os textos introduzem uma extensa série de autores e posições pouco conhecidos entre nós, o que por si só já vale a leitura. Nesta obra, o debate sobre as formas textuais típicas de cada atividade socialamplia-se para além das fronteiras já conhecidas e recebe uma renovação de tratamento não apenas teórica, mas temática e metodológica.

Estes ensaios oferecem rica e sólida base para análises que se ocupam com a investigação retórica, histórica e interativa dos gêneros na relação dos indivíduos com a realidade institucional, o que tem como conseqüência uma visão menos delimitada e mais dinâmica da tipificação, não trabalhando o gênero individual, mas um conjunto de gêneros. Uma das conseqüências diretas deste tipo de olhar para o ensino a idéia de que não se ensina um gênero como tal e sim se trabalha com a compreensão de seu funcionamento na sociedade e na sua relação com os indivíduos situados naquela cultura e em suas instituições. É por isso que Bazerman interessa-se pelo aspecto sociopolítico envolvido nas formas textuais típicas que comandam nossas ações diárias.

Gênero, Agência e Escrita

Autor: Charles Bazerman

Organizadoras:Angela Paiva Dionísio e Judith Chambliss Hoffnagel

abordagem de gênero apresentada vai além do gênero como um constructo formal, para vê-lo como ação tipificada pela qual podemos tornar nossas intenções e sentidos inteligíveis para outros. Como resultado, gênero dá forma a nossas ações e intenções. É um meio de agência e não pode ser ensinado divorciado da ação e das situações dentro das quais aquelas ações são significativas e motivadoras. Assim como ações, intenções e situações humanas, uma teoria de gênero precisa ser dinâmica e estar sempre mudando. Essa teoria precisa incorporar a criatividade improvisatória das pessoas na interpretação de suas situações, na identificação de suas metas, no uso de novos recursos para alcançá-las e na transformação das situações através de seus atos criativos. Esse caráter dinâmico, interativo e agentivo do uso dos gêneros escritos significa que no centro de nossa teoria devem estar pessoas que querem realizar coisas através da escrita num mundo em mudança. 

(...) 

A abordagem social de gênero transforma-o em uma ação social, e assim em uma ferramenta de agência. O truque na sala de aula é tornar viva aquela agência para os alunos, para que eles percebam que a escrita é uma poderosa ferramenta para a formação e o desempenho de intenções em todas as esferas de atividade. Em todos os capítulos deste livro, tenho procurado meios para levar o ensino de gênero para além de um exercício de formas e a asserção mortal da tradição e autoridade para um expressivo de ações significativas no momento, para que os alunos se tornem comprometidos com sua escrita e se esforcem para que seus textos possam se realizar ao máximo.

Trilhas da Escrita – Autoria, Leitura e Ensino

Autor: Eduardo Calil (org).

A escritura deixa seus rastros pelas trilhas percorridas por aqueles que escrevem e lêem, marcando ai subjetividades que sofrem efeitos imprevisíveis e singulares. As questões voltadas às relações do sujeito com a escritura, tratadas neste livro de forma dinâmica e aprofundada, têm sido de interesse de profissionais ligados á educação, aquisição de linguagem, lingüística, psicanálise, crítica genética e à análise do discurso. Nesta obra, o leitor poderá se confrontar com singularidades e imprevisibilidades de manuscritos escolares, com problemas de autoria no ensino superior e processos de escritura na Internet.Estes diferentes recortes permitirão a análise da heterogeneidade dos processos envolvidos, ampliando o leque de interpretações oferecidas aos problemas enfrentados pelo sujeito diante da dureza do texto.


EDITORA DA UFSC

http://www.editora.ufsc.br/

 

Linguagem e Gênero no trabalho, na mídia e em outros contextos.

Viviane Maria Heberle, Ana Cristina Ostermann e Débora de Carvalho Figueiredo (Org.)

Florianópolis: Ed. da UFSC, 2006

A presente coletânea, ao reunir estudos desenvolvidos por pesquisadoras e pesquisadores de várias universidades brasileiras interessadas e interessados em questões de gênero social e suas relações com o discurso oral e/ou escrito, caracteriza-se como um trabalho inovador no contexto acadêmico brasileiro. O tema linguagem e gênero é explorado em diferentes contextos socioculturais a partir de abordagens teóricas distintas. A obra insere-se na interfase entre os estudos lingüísticos/discursivos e de gênero social, reunindo em uma só coletânea pesquisas voltadas à complexidade das relações entre linguagem e gênero. Devido à multiplicidade de abordagens teóricas e de contextos de investigação o livro destina-se não somente ao público acadêmico de graduação e pós-graduação da área de Lingüística e Letras, como também a profissionais e estudantes de outras áreas dedicadas À articulação entre linguagem e sociedade, tais como Antropologia, Educação, Sociologia, Comunicação, História e Cinema.


EDITORA DA UNISUL

http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0603/00.htm

 

Gêneros textuais e ensino-aprendizagem

Adair Bonini

Maria Marta Furlanetto

(Organizadores)

A presente edição temática de Linguagem em (Dis)curso – com o tópico Gêneros textuais e ensino-aprendizagem – é a concretização de uma das metas traçadas para o biênio 2004-2006 pelo GT de Lingüística Aplicada (GT-LA) da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Lingüística (ANPOLL) – subgrupo "Teorias de gênero em práticas sociais"... O GT-LA é composto dos seguintes subgrupos: (1) Ensino-aprendizagem de línguas, (2) Teorias de gênero e (3) Formação de professores. Com o presente tema, privilegia-se o lugar dos gêneros na ação pedagógica de ensino/aprendizagem de línguas (LE e LM: leitura, produção textual, avaliação e elaboração de material didático, etc.), reunindo substanciais experiências e reflexões de pesquisa de estudiosos de várias instituições brasileiras. Espera-se que esses trabalhos possam subsidiar atividades de professores de língua materna e de língua estrangeira, bem como os trabalhos de professores e pesquisadores dos cursos de pós-graduação e seus pós-graduandos. A divulgação de tais trabalhos reflete a intenção do grupo de ir além da pura elaboração teórica para pensar o modo como as teorias relacionadas ao conceito de gênero textual podem ajudar a transformar o ensino de línguas e linguagem no Brasil. Ao trazer a público essa produção acadêmica, o grupo também tem em conta a necessidade de se aumentar a visibilidade da Lingüística Aplicada no país.

O contexto Refletido: vozes sobrepostas de um diálogo

Ingo Voese

Quais as condições fundamentais da produção e da apreensão do discurso? Que determinações sociais operam para que se processe a apropriação de vozes e a interpretação – em suma, para que se efetive a interação humana com o discurso e sobre o discurso? Neste livro, que inaugura a Coleção Linguagens do Mestrado em Ciências da Linguagem da UNISUL, o autor busca compreender a complexa relação entre o  que está posto como contexto e o que está sendo produzido por aquele que se enuncia, que sofre a injunção de fazer escolhas e apropriar-se de vozes que circulam na sociedade, produzindo um discurso constitutivamente dialógico. Trabalhando com gêneros do humor irônico, o autor busca compreender e explicitar o modo de organização social em determinado contexto sociopolítico.

Cazuza no vídeo o tempo não pára.

Jussara Bittencourt de Sá

O livro tem como ponto de partida o vídeo O tempo não pára, de 1989, que registra momentos da vida pública e privada de Cazuza. "Meu pensamento inicial foi o de trabalhar algumas letras de suas canções, enquanto poemas, por retratarem a capacidade que tinha Cazuza de transitar por estilos diversos sem perder suas características de compositor, mas preocupado com o seu tempo e as encruzilhadas dos sentimentos de uma geração sem referência", diz a autora. Ao iniciar a pesquisa, no entanto, ela se deparou com uma multiplicidade e diversidade de sentidos e optou por trabalhar também com a linguagem visual de Cazuza. Jussara não deixa de evidenciar a espetacularização da morte de Cazuza pela mídia. “Se por um lado a arte de Cazuza foi produto da indústria cultural, por outro lado a personalidade de Cazuza se sobrepôs a esta, pois Cazuza soube muito bem como se utilizar dessa mesma indústria”. A autora acrescenta: “Estilo despojado, atitudes não convencionais e canções irreverentes constituíam algumas das marcas do trabalho de Cazuza, refletindo-se nas posições assumidas pelo homem público que terminava seus dias como personagem de suas próprias canções.” Continua a autora: “A leitura que proponho procura evidenciar que escrever sobre Cazuza e suas canções que anunciam e denunciam as possibilidades e os limites da vida humana nos fazem repensar a nossa trajetória, como num jogo de espelhos. Se as ciências aliadas às tecnologias não deram conta (ainda?) da nossa efemeridade, creio que a arte sim”. Por isso a permanência da arte de Cazuza, ressalta Jussara.


EDUCS

http://www.ucs.br/

 

Competência discursiva e gêneros textuais: uma experiência com o jornal de sala de aula.

Marcos Baltar.

2. ed. rev. Caxias do Sul: EDUCS-RS, 2006. 173 p.

Este livro, adaptação de uma tese de doutorado, foi publicado inicialmente em 2004 e ganha sua segunda edição em 2006. A obra possibilita interessantes reflexões aos envolvidos com o ensino de linguagem, em especial aos interessados em produção textual no ensino básico. Trata-se do relato, e conseqüente análise, de uma experiência de ensinagem por intermédio da produção de jornais, em duas escolas públicas de Porto Alegre. Ao recorrer às noções de competência discursiva (mais explicitada nessa edição, p.48), gênero textual e projeto didático, Baltar constrói uma experiência inovadora e diametralmente oposta à tradicional concepção de ensino de produção de texto. Outro público leitor que poderá se beneficiar desse material são os pesquisadores do ensino de linguagem e da educação de modo geral, bem como os analistas do texto e do discurso.


EDUFU

http://www.edufu.ufu.br/

 

O aspecto verbal no Português: a categoria e sua expressão

Luiz Carlos Travaglia

Uberlândia:EDUFU, 2006. 282 p.

Em O aspecto verbal no Português: a categoria e sua expressão por meio de farta exemplicação, você aprenderá muito sobre uma categoria do verbo que é pouco estudada: o ASPECTO. Assim, estará apto a exprimir e compreender melhor as nuanças de significação relacionadas com a duração e as fases das situações expressas pelos verbos, bem como as possibilidades de sentido relacionadas a estas noções aspectuais, utilizando melhor a língua na produção e compreensão de textos. Este livro é de grande interesse para todos os que trabalham com o texto falado e escrito (professores, jornalistas e outros), bem como para os que se interessam pelo estudo do verbo no Português.

Tradução  Retextualização: A tradução numa perspectiva textual

Neuza Gonçalves Travaglia

Uberlândia, EDUFU, 2003. 239 p.

Tradução Retextualização: a tradução numa perspectiva textual é uma obra indispensável a quem trabalha com tradução ou se interessa por tradução. Essa condição de obra necessária se estabelece quando é proposta uma teoria textual e discursiva para a tradução, que configura a atividade tradutória como uma "retextualização" e trata da mesma como um trabalho com o texto. Além disso pelas posições tomadas pela autora o livro interessa a todos que trabalham com o texto.


Lawrence Erlbaum Associates

http://www.erlbaum.com/ME2/Default.asp

 

Handbook of Research on Writing - History, Society, School, Individual, Text.

Bazerman, Charles (ed.)

Lawrence Erlbaum Associates, 2007.  

The Handbook of Research on Writing ventures to sum up inquiry over the last few decades on what we know about writing and the many ways we know it: How do people write? How do they learn to write and develop as writers? Under what conditions and for what purposes do people write? What resources and technologies do we use to write? How did our current forms and practices of writing emerge within social history? What impacts has writing had on society and the individual? What does it mean to be and to learn to be an active participant in contemporary systems of meaning? This cornerstone volume advances the field by aggregating the broad ranging, interdisciplinary, multidimensional strands of writing research and bringing them together into a common intellectual space. Endeavouring to synthesize what has been learned about writing in all nations in recent decades, it reflects a wide scope of international research activity, with attention to writing at all levels of schooling and in all life situations. Chapter authors, all eminent researchers, come from disciplines as diverse as anthropology, archaeology, typography, communication studies, linguistics, journalism, sociology, rhetoric, composition, law, medicine, education, history, and literacy studies. The Handbook’s 37 chapters are organized in five sections: The History of Writing; Writing in Society; Writing in Schooling; Writing and the Individual; and Writing as Text. This volume, in summing up what is known about writing, deepens our experience and appreciation of writing—in ways that will make teachers better at teaching writing and all of its readers better as individual writers. It will be interesting and useful to scholars and researchers of writing, to anyone who teaches writing in any context at any level, and to all those who are just curious about writing.


LUCERNA

http://www.lucerna.com.br/home/

 

Lingua(gem), texto, discurso: entre a reflexão e a prática – volume 1

Organizadora: Glaucia Muniz Proença Lara

O livro traz a público um amplo painel das possibilidades e contribuições teóricas e aplicadas dos estudos sobre o discurso. Trata-se do primeiro volume da obra sobre assunto que vem crescentemente atraindo o interesse de lingüistas, educadores, especialistas em comunicação e demais profissionais interessados em linguagem e discurso. A obra possui três vertentes que se complementam. A primeira parte aborda preocupações mais teóricas e temas como a paródia; a construção do sentido; os gêneros transgressivos; a conceituação de texto, hipertexto e contexto; o enfoque da linguagem como espaço de apreensão do mundo; as estratégias de organização do discurso. Já a segunda linha crítica enfoca textos sobre livros didáticos; as funções do texto em sala de aula; o ensino da Língua Portuguesa na instituição escolar brasileira nos primeiros anos da República. E, por último, os artigos voltados para a análise do discurso especificamente na sala de aula: as redações de vestibulandos, sua capacidade de produzir textos e os estereótipos presentes em sua produção escrita; a competência de articulação dos constituintes discursivos; o comportamento enunciativo de professores e discentes em sala de aula.

Lingua(gem), texto e discurso: entre a reflexão e a prática – volume 2

Organizadora: Ana Cristina Fricke Matte

Este segundo volume completa uma coleção de textos cujo amplo escopo abarca diferentes contribuições teóricas e aplicadas dos estudos sobre o texto/discurso. Um assunto que vem crescentemente atraindo o interesse de lingüistas, educadores, especialistas em comunicação e demais profissionais interessados em questões de linguagem.

A presente obra possui duas vertentes complementares. O primeiro conjunto cerca a questão do texto/discurso no ensino de língua materna e segunda língua: letramento e semiótica; estratégias de textualização; diálogo entre discursos; formação de professores; habilidades orais; ensino/aprendizagem multi-modal; currículo contemporâneo.

A segunda parte dos artigos focaliza a aspectualização/aspecto no texto/discurso em obras orais e escritas: os efeitos produzidos por continuidades e rupturas musicais; a lógica do tempo na narrativa; a narrativa e o narrador no cinema; cristalização e corporificarão do tempo na canção/texto; o espaço como dimensão da linguagem; tempo, espaço e pessoa na publicidade.

Os objetos analisados compõem um quadro bastante completo das atuais preocupações do campo dos estudos lingüísticos do texto e do discurso: literatura, canção, cinema, publicidade e outros gêneros textuais são aqui abordados, segundo as diferentes correntes teóricas, o que favorece um olhar interdisciplinar e instigante sobre o texto/discurso

Fenômenos da linguagem: reflexões semânticas e discursivas

Luiz Antônio Marcuschi

Este novo volume da Série Dispersos vem se juntar ao esforço da Editora Lucerna de contribuir para a difusão da língua portuguesa e para o melhor conhecimento do seu tesouro expressional, trazendo ao leitor contemporâneo renovada oportunidade de estudos sobre o tema.         

Nesta obra, Luiz Antônio Marcuschi reúne alguns textos que escreveu ao longo dos últimos anos, muitos dos quais provenientes de sua participação em congressos e seminários de Lingüística. Vários deles foram publicados, primeiramente, em revistas universitárias brasileiras, cuja regularidade e distribuição, como sempre acontece com publicações desse tipo, são, em geral, muito precárias. Por isso, pesquisadores da área, professores e alunos, há muito se ressentem da falta desses textos que, agora, se apresentam nesta coletânea.

Fenômenos da linguagem: reflexões semânticas e discursivas constitui uma excelente oportunidade para conhecer ou revisitar alguns temas polêmicos da Lingüística, vistos pela análise penetrante de Luiz Antônio Marcuschi, um lingüista à frente de seu tempo

Internet & Ensino: novos gêneros, outros desafios

Organizador: Júlio César Araújo

As propriedades do mundo digital não só vão demandar ainda muitas investigações como criam, para os usuários, novas práticas de linguagem e novos letramentos que apenas começam a ser estudados. Como interagimos num chat? Que estilos podemos adotar nos emails? Como se organiza o internetês? Como lemos e navegamos por hipertextos? Que novos procedimentos de escrita as ferramentas computacionais viabilizam? Como se produz um infográfico?

Nesse sentido, estudar as práticas de linguagem e os letramentos em ambiente digital é crucial para o ensino de línguas e linguagens na contemporaneidade e terá impacto de médio prazo nas práticas didáticas. Um livro como este, que reúne pesquisadores brasileiros renomados, tanto no campo das teorias de gêneros como no de ensino de línguas, escrevendo sobre todas estas questões – e ainda sobre muitas outras – de maneira simples e acessível ao leigo e especialmente direcionada aos professores de línguas, é uma grande contribuição para a compreensão desses fenômenos e para a incorporação dessa nova realidade ao ensino.

Roxane Rojo – Iel/

Texto e discurso sob múltiplos olhares- volume 1

Organizadoras:

Mônica Magalhães Cavalcante

Maria Helenice Araújo Costa

Vicência Freitas Jaguaribe

Valdinar Custódio Filho

Este é o primeiro volume da obra Texto e discurso sob múltiplos olhares, coletânea em dois volumes, apresentando estudos sobre o texto e o discurso, desenvolvidas por pesquisadores do PROTEXTO, junto ao Programa de Pós-Graduação em Lingüística da UFC, mas que agrega estudiosos vinculados a outras universidades brasileiras. Nesta primeira parte da obra que agora vem a lume, estão distribuídas de forma coesa as pesquisas relativas a gêneros e seqüências textuais, que buscam investigar questões fundamentais para se entender a problemática dessa área temática: de um lado, a relação gênero-suporte; o estilo, a organização retórica e a instabilidade como elementos constitutivos do gênero; de outro, a organização prototípica das seqüências narrativa e argumentativa. O olhar dos pesquisadores, inspirados em diferentes perspectivas de análise, detém-se na análise dos gêneros anúncio publicitário, piada, nota jornalística, editoriais de jornal, artigo de opinião e acórdão, para apresentar uma significativa produção que vem assumindo um lugar relevante no panorama nacional.

Transitividade e seus contextos de uso

Organizadoras:

Maria Angélica Furtado da Cunha

Maria Medianeira de Souza

A transitividade tem sido investigada sob diferentes olhares teóricos, afiliados a correntes formalistas ou funcionalistas. Neste livro, a ótica adotada é a funcionalista, tomando-se a língua como uma atividade social enraizada no uso cotidiano e condicionada por pressões advindas de situações de interação variadas, e a gramática como uma estrutura dinâmica e maleável, que emerge das situações cotidianas de interação. Com o objetivo de trazer a público, em uma linguagem clara e acessível, análises e reflexões a respeito da transitividade no português brasileiro, as autoras põem à disposição de leitores e leitoras iniciantes nos estudos do funcionalismo lingüístico um conjunto de conceitos e perspectivas de análise relativos à transitividade, bem como propostas para a aplicação prática desses conceitos e perspectivas, tendo como pano de fundo textos de natureza vária, produzidos nas modalidades oral e escrita da língua. Primeiro livro da Coleção Tópicos em Linguagem destinada a alunos e professores de Letras, Lingüística, Educação, Antropologia, Sociologia, Psicologia e demais interessados nos estudos da linguagem. O objetivo da coleção é contemplar temas e indagações de interesse para o estudo e a pesquisa sobre língua e linguagem nos seus diversos planos.

Práticas de Leitura e elementos para a atuação docente

Autor: Émerson de Pietri

Concepções e práticas pedagógicas de leitura constituem um binômio, dentro do qual se movimentam os capítulos deste livro. Em cada um desses dois campos de estudo movem-se as categorias com as quais Émerson de Pietri observa a relação leitor-texto. Duas concepções se distinguem, segundo o foco da observação seja o leitor ou o texto. A primeira concepção, de inspiração cognitiva, focaliza o leitor e sua relação com três tipos de conhecimentos necessários para a compreensão do texto: o conhecimento do sistema lingüístico e seu funcionamento, o conhecimento textual e o conhecimento de mundo. A segunda concepção, de inspiração sócio-cultural, observa o texto, com ênfase no papel social dos agentes (autor, editor e instâncias sociais) envolvidos na sua elaboração, fabricação e disponibilização enquanto material escrito. Nesse contexto, Émerson reconhece ser a mediação do professor fundamental para a formação de leitor proficiente, pois ele “ocupa o mesmo lugar do editor em seu trabalho histórico de formação de objetos e de práticas de leitura”. Coleção "Tópicos em Linguagem".

Interação na Internet: novas formas de usar a linguagem

Organizadores: Júlio César Araújo e Bernardete Biasi-Rodrigues

Desde o seu aparecimento, a Internet tem penetrado de maneira impressionante no cotidiano das pessoas. E, conseqüentemente, vem despertando o interesse de diferentes áreas do conhecimento. Em Interação na Internet: Novas Formas de Usar a Linguagem, Júlio César Araújo e Bernardete Biasi-Rodrigues reuniram dez ensaios de pesquisadores brasileiros que têm dedicado seu tempo ao estudo das questões ligadas à Internet. São investigações ligadas às mudanças nas relações de comunicação, aos gêneros textuais e ao uso lingüístico tanto na escrita como nas relações interpessoais, todas observadas à partir da “grande rede”. Com uma linguagem que visa alcançar um público mais amplo, não especializado, sem abrir mão da qualidade, a coletânea se divide em duas partes. Na primeira, o foco se volta para os gêneros mais interativos, como os fóruns de discussão on-line, os chats e a relação entre oralidade e escrita nesse espaço. Na segunda parte, as pesquisas se voltam para as questões da leitura do hipertexto e para o ensino da língua – tanto da materna como da estrangeira. Ao longo de Interação na Internet o leitor irá perceber o quanto as condições externas (sociais, culturais, históricas e tecnológicas) exercem papel fundamental sobre o uso da língua. Levando-se em conta que a informatização se faz presente no dia-a-dia dos indivíduos, nos mais simples gestos, abre-se aqui uma linha de estudos fundamental, que interessa não apenas a lingüistas, mas também a educadores, psicólogos, sociólogos, antropólogos, historiadores, filósofos... enfim, “ninguém mais pode ignorar esse admirável novo espaço da comunicação digital."

Princípios de Morfologia - visão sincrônica

Autor: Horácio Rolim de Freitas

Uma obra vitoriosa, não só pela clara e bem fundamentada exposição teórica dos assuntos pertinentes a um tratado do gênero, mas ainda por trazer à discussão problemas que, pela sua complexidade, nem sempre aparecem em manuais, ausência que leva certa perplexidade a quem se que enfronhar no campo da morfologia em geral e da morfologia do português em especial. Para tanto, o Autor, cônscio dessas dificuldades, arma-se de uma moderna criteriosa bibliografia, discute-as com a seriedade e serenidade de um cientista e, ao fim, opta pela solução que lhe parece mais plausível a uma obra que se destina a professores e alunos que têm de ensinar e aprender os princípios fundamentais de morfologia. No permanente afã de melhoramentos, esta 5a edição pela Editora Lucerna traz, revistos e ampliados, os capítulos sobre tipos de morfemas, flexão de gênero e morfologia verbal. A isto foram acrescentados capítulos sobre flexão de número e derivação sufixal. Enriquecem ainda a 5a edição exercícios, com os quais o Autor, muito avisadamente, aproxima a teoria à prática de análise mórfica.

Gêneros Textuais: Reflexões e Ensino

Organizadores:

Acir Mario Karwoski

Beatriz Gaydeczka

Karim Siebeneicher Brito

2ª edição revista e ampliada – A obra Gêneros Textuais: Reflexões e Ensino contempla relatos de pesquisas e instigantes reflexões realizados em diversas universidades brasileiras, a fim de que seja possível contribuir para lançar novos olhares sobre questões relacionadas aos gêneros textuais que, segundo o Prof. Luiz Antônio Marcuschi (UFPE) são um tipo de “gramática social”, isto é, uma gramática da enunciação. O binômio reflexão e ensino é a linha que norteia os demais artigos nas suas mais diferentes abordagens, como é o caso da análise dos gêneros multimodais e do multiletramento; da questão dos gêneros discursivos no contexto do ensino da leitura e da produção de textos; dos gêneros do jornal; da produção de materiais didáticos para a Educação de Jovens e Adultos ou, ainda, do letramento digital e sua relação com os gêneros do discurso. Graças à qualidade dos estudos publicados e à forma de sua apresentação, o livro vem obtendo excelente aceitação. Esta segunda edição, revista e ampliada, tem por objetivo continuar incentivando estudantes e professores e demais estudiosos da linguagem a iniciarem ou aprofundarem as pesquisas acerca dos gêneros textuais, colocando à sua disposição alguns textos com grande valor (in)formativo.

Cognição, linguagem e práticas interacionais

Autor: Luiz Antônio Marcuschi

“Se eu afirmasse aqui que o processo referencial é muito mais uma questão etnográfica do que uma questão semântica e epistemológica, de que tamanho seria a heresia? Imagino que para os devotos das teorias semânticas vericondicionais eu deveria tirar umas longas férias distante da comunidade lingüística e para os interacionistas e sócio-cognitivistas eu seria elevado ao status de guru.” Atos de referenciação na interação face a face. “No meu entender, os desafios mais sérios do hipertexto estão na área do ensino e não de sua produção, porque esta já está relativamente clara e seus problemas são mais de tecnologia que de conceituação. No ensino não é assim. O hipertexto acarretará redefinições curriculares, revisão e identificação de fontes, estabelecimento de um corpo de conhecimentos que possibilite a ordenação do fragmentário. Exigirá a solução dos problemas apontados nas reflexões aqui feitas sobre a relevância e, não por último, teremos que rever nossos sistemas de classificação e ligação dos conhecimentos. O hipertexto é um ponto de chegada e não um ponto de partida no caso do ensino.” Linearização, cognição e referência: o desafio do hipertexto. “O mundo comunicado é sempre fruto de uma ação cognitiva e não de uma identificação de realidades discretas apreendidas diretamente. O mundo é um contínuo de sensações e a realidade empírica não tem um contorno imediatamente apreensível. A ação de discretização do mundo na forma como o comunicamos é um trabalho sócio-cognitivo sistemático. É neste contexto que vejo hoje uma parte da Lingüística Cognitiva se desenvolver.” Do código para a cognição: o processo referencial como atividade criativa. “Gostaria de convencer meu leitor de que o problema central não é saber se o mundo está pronto, mobiliado por alguma divindade, cabendo-nos captá-lo conceitualmente, ou se o mundo tem uma ordem dependente do mobiliário de nossas mentes repletas de verdades a priori, mas sim como a ordem – seja qual for – é percebida, construída, comunicada e utilizada. Acredito que a ordem de nossos conhecimentos e das instituições que os suportam não é uma ordem natural, mundana. É um ordem essencialmente cognitiva e interativamente semiotizada: uma ordem histórica e sócio-interativa.” A construção do mobiliário do mundo e da mente: linguagem, cultura e categorização.


PARÁBOLA

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TRABALHOS DE PESQUISA: diários de leitura para a revisão bibliográfica

Anna Rachel Machado

Lília Santos Abreu-Tardelli

Eliane Lousada

Este é o quarto volume da coleção "Leitura e produção de textos técnicos e acadêmicos". Nesse volume, as autoras vão tratar de um assunto abordado pela primeira vez num livro: a escrita do diário de leitura como um instrumento por meio do qual se pode empreender a leitura de qualquer tipo de texto e produzir reflexões e impressões escritas. 

Depois de muitos anos de pesquisa e de prática pessoal e com seus alunos, as Autoras estão convictas de que o diário de leitura constitui um novo espaço de diálogo com o texto, um espaço totalmente pessoal, onde o diarista pode adotar uma linguagem informal e se posicionar livremente.

Segundo Anna Rachel Machado, coordenadora da coleção, esta é a obra mais importante da sua carreira!

Gêneros catalisadores: letramento & formação do professor

Ana Elisa de Arruda Penteado

Edilaine Buin

Eliana Melo Machado Moraes

Hugo Lorenzetti Neto

Inês Signorini

João Beneilson Maia Gatinho

Milene Bazarim

Robson Santos de Carvalho

Wagner Rodrigues Silva

Wladimir Stempniak Mesko

Este volume se inscreve no campo aplicado dos estudos da linguagem e reúne trabalhos sobre ensino de leitura, produção escrita e análise lingüística na escola fundamental e em cursos de formação continuada de professores. São trabalhos que se sustentam em análises de situações e materiais representativos e contemplam tanto as demandas contemporâneas de ensino desses recursos do letramento escolar quanto as limitações e possibilidades trazidas, desde as últimas décadas, pela massificação do ensino fundamental, a proletarização do profissional de ensino e a universalização do uso do livro didático.

Planejar gêneros acadêmicos

Anna Rachel Machado

Lília Santos Abreu-Tardelli

Eliane Lousada

Depois de terem publicado Resumo e Resenha, neste terceiro volume, Planejar gêneros acadêmicos, as autoras se concentram nas sugestões gerais de produção de diferentes gêneros acadêmicos/científicos, naquilo que eles têm em comum. Elas consideram justamente que, antes de qualquer produção acadêmica/científica, há um trabalho anterior a ser desenvolvido que envolve uma série de atividades. Se essas atividades não forem bem executadas, dificilmente se chegará a um produto final adequado.

 

 

Trafford PUBLISHING

http://www.trafford.com/

 

Rhetorical Genre Studies and Beyond

Natasha Artemeva

Aviva Freedman

Is addressed to researchers and teachers alike. Its purpose is both to allow its readers to refine their understanding of what it means to master genres as well as to indicate directions for the development of new genre pedagogies. The collection provides readers with an overview of the most recent developments in Rhetorical Genre Studies (RGS) and emphasizes the importance of empirical research for the field. The majority of chapters address issues of genre learning and the development of professional identities by novices taking their first steps in the professions. The collection demonstrates how a combination of RGS with other related theories (e.g., Activity Theory, situated learning perspective, and so on) powerfully illuminates various aspects of genre learning. At the same time, the collection discusses other complementary theories and points to new possibilities not yet explored by researchers within the RGS tradition.


UTAH STATE UNIVERSITY PRESS

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Genre and the Invention of the Writer

Reconsidering the Place of Invention in Composition

Anis Bawarshi

In a focused and compelling discussion, Anis Bawarshi looks to genre theory for what it can contribute to a refined understanding of invention. In describing what he calls "the genre function," he explores what is at stake for the study and teaching of writing to imagine invention as a way that writers locate themselves, via genres, within various positions and activities. He argues, in fact, that invention is a process in which writers are acted upon by genres as much as they act themselves. Such an approach naturally requires the composition scholar to re-place invention from the writer to the sites of action, the genres, in which the writer participates. This move calls for a thoroughly rhetorical view of invention, roughly in the tradition of Richard Young, Janice Lauer, and those who have followed them.

Bawarshi is also keenly interested in the writing classroom. Instead of mastering notions of "good" writing, Bawarshi feels that students gain more from learning how to adapt socially and rhetorically as they move from one "genred" site of action to the next. He explores the major genres of the classroom (the syllabus, the writing prompt) as a way to introduce such an approach. He argues strongly and concretely for making the rhetorical art of adaptation central to first-year writing instruction, empowering students to navigate disciplinary and professional boundaries that await them beyond the writing classroom.

A provocative and persuasive book, Genre and the Invention of the Writer will be of interest not only to genre theorists, but also to the writing teacher, the WPA, and those involved with WID/WAC programs

 

 

 

 

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